quarta-feira, 13 de maio de 2015

TEXTO CONVIDADO: ALBERTO SENA


TEXTO CONVIDADO: ALBERTO SENA

GRÃO MOGOL

157 ANOS DE EMANCIPAÇÃO POLÍTICA

Entre as melhores cidades pra se viver; sossegada transpira história e beleza natural


Um ano e dois meses vivendo em Grão Mogol, respiramos o ar puro e sentimos na própria pele o microclima que faz desta uma das melhores cidades pra se viver, achamos que temos elementos suficientes para falar dela, que nesta quinta-feira, 14, completará 157 anos de emancipação política.
Grão Mogol é um dos mais antigos municípios do Norte de Minas e do Vale do Jequitinhonha. Já foi tão grande que englobava Montes Claros e até Bocaiúva. Ainda hoje é grande e se parece com um estado. Quem pode dizer bem isso é o prefeito Jéferson Figueiredo, que, em quarto mandato, espalhou obras na sede e no município inteiro e inspeciona tudo “in loco”.
Quem quiser dar-se ao trabalho, basta percorrer a sede do município e os distritos para verificar a presença da Prefeitura Municipal por meio de obras de grande utilidade pública.
Uma delas é o Sistema de Abastecimento de Água de Barrocão, com investimentos da ordem de R$ 1 milhão, recurso suficiente para realizar importante sonho dos moradores daquele próspero distrito. E a barragem de Vereda Bonita, que os moradores aplaudem como a realização de mais um sonho, para vencer o rigor do estio.

Em passado distante Grão Mogol ficava muito mais longe da capital. Hoje, os 600 quilômetros que separam este município de Belo Horizonte não são empecilho para que se possa ir atrás das obras e dos recursos para desenvolvimento da sede e dos distritos. Brasília também fica hoje muito mais perto de Grão Mogol do que antes.

Quando um ano e dois meses atrás saímos de Belo Horizonte e viemos direto pra Grão Mogol, desde o primeiro dia iniciamos um processo de divulgação da cidade e do Presépio Natural Mãos de Deus, que as pessoas nos acham grãomogolenses.

Mas é justamente assim que nos sentimos – grãomogolenses. E é por isso que temos necessidade de divulgar as belezas e as riquezas de Grão Mogol porque achamos que não devem ficar restritas à apreciação só das pessoas residentes, mas do mundo inteiro. O mundo inteiro está carente de tudo isso.

Neste globo em convulsão, onde os problemas se agravaram com o tempo devido ao aumento da população mundial, não há nada de novo debaixo do Sol. Violência, concorrência desenfreada, consumismo exacerbado. Lugares como Grão Mogol nos levam a pensar que estamos em outro mundo.

A cidade não padece das situações que se vão tornando as metrópoles cada dia mais inóspitas. Aqui não tem o desassossego gerador de psicoses. Nas metrópoles, antes de sair de casa as pessoas precisam olhar para os lados. Todos são suspeitos, não importa a cara, a cor nem a roupa, a apreensão toma conta das pessoas que correm o risco de ser assaltadas a qualquer momento.

Isto não ocorre em Grão Mogol. Aqui há segurança pública. Aqui se pode sair de casa a qualquer hora do dia ou da noite. A cidade mantém costumes antigos de troca de oferendas entre os vizinhos. Todos se conhecem e sabem da vida de cada um. Não que sejam fofoqueiros, mas porque a proximidade é tão calorosa que até sem querer sabe-se da vida de cada um.

Em termos de administração pública, a cidade experimenta ritmo desenvolvimentista, o que pode ser notado por meio do incremento do comércio e do surgimento de empreendimentos com o Presépio Natural Mãos de Deus, o Hotel Paraíso das Águas e o Balneário do Córrego.

O comércio se diversifica para atender às demandas mais exigentes. As pousadas, como o Solar Polydoro e a do Eti se vão a cada dia se aprimorando para bem atender aos turistas que vêm a Grão Mogol nos finais de semana.

O Centro Histórico da cidade, já tombado no âmbito municipal, está em processo de tombamento pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (IEPHA). Daqui pra frente, a tendência é de cada vez mais Grão Mogol se destacar no cenário turístico dentre as cidades históricas mineiras.

“Grão Mogol é a bola da vez” em desenvolvimento socioeconômico e cultural. A opinião é do empresário Lúcio Bemquerer, filho desta terra. Como consultor formado em sociologia e economia, ele sabe muito bem o que está dizendo.

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