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segunda-feira, 14 de julho de 2014

FLASHES da EXPOMONTES 2014- ÁLBUM 2 - Dzaí.com.br :: Manifeste o seu mundo.

FLASHES da EXPOMONTES 2014- ÁLBUM 2 - Dzaí.com.br :: Manifeste o seu mundo.
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EXPOMONTES 2014: 40° EXPOMONTES MARCA A HISTÓRIA DA SOCIEDADE RURAL

EXPOMONTES 2014
 
40ª Expomontes marca a história de 70 anos da Sociedade Rural 



Quando se fala da origem de Minas Gerais, a imaginação brilha com o amarelo do ouro das Minas de Mariana e Ouro Preto. Nos livros didáticos, nas homenagens e mesmo na preservação do legado da época, apenas a região das "Minas" é lembrada. Os "Gerais" sempre foram o quintal esquecido. A história não foi e ainda não é justa com a região.

Para vencer o atraso e impulsionar o desenvolvimento da região, os sertanejos do Norte precisaram crescer por si mesmos, sem esperar ajuda de fora. Há 70 anos, a Sociedade Rural de Montes Claros trabalha não só nos interesses do homem do campo, mas pelo desenvolvimento toda a região.

A entidade participou ativamente de lutas e conquistas fundamentais para o Norte de Minas, tais como: a instalação da Companhia Telefônica de Montes Claros, a implantação do sistema de telefonia rural, a instalação do 10º Batalhão da Polícia Militar, a Organização do Corpo de Bombeiros, abertura do Aeroporto Mário Ribeiro, instalação do Escritório Regional da Acar, posteriormente transformada em Emater, interligação do Norte de Minas ao sistema energético de Três Marias, a instalação em Montes Claros da 1ª Diretoria Regional da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba – Codevasf, a transformação de Montes Claros no segundo entroncamento rodoviário do país, através da abertura e pavimentação das BRs 135, 365, 251 e da MGT-122, dentre outras realizações.

Lutando por causas que buscavam deixar no passado o atraso de infra-estrutura da região, a Sociedade Rural trava desde seu nascimento com um problema mais difícil de solucionar: a seca. Numa região de fronteira que ainda se abriga no clima do semi-árido brasileiro, a irregularidade das chuvas sempre foi e continua a ser um dos maiores desafios ao progresso da região.

Com a forte seca que assola a região, entrando agora num terceiro ano de tristes perspectivas para o agricultor e agropecuário, a união da classe ruralista consegue feito extraordinário: mesmo na crise encontra forças para se destacar.

E o destaque é a Expomontes, evento fomentador do agronegócio, no Norte de Minas.

“Hoje, vivemos o presente. São 70 anos da Rural. Se buscarmos lá atrás, lá no começo, vamos ter a certeza de que o nosso passado ainda é vivo. Preservar a história é valorizar as raízes. É reencontrar nossas origens e renovar os caminhos. O mais importante de tudo é como usamos a nossa história. Somos prova viva da grandeza da Sociedade Rural. Lutamos, caminhamos, enfrentamos desafios, mas aqui estamos. E estamos juntos – unidos – para mostrar que somos os verdadeiros – protagonistas da nossa história”, afirma Osmani Barbosa Neto, presidente da Rural.

Evolução

A Exposição Agropecuária de Montes Claros apresentou nesta 40ª edição um novo formato técnico quanto à avaliação genética dos animais. Ao completar 57 anos a Feira demonstrou sua capacidade modelo e coloca a disposição do mercado, sobretudo dos pecuaristas, dois campos indissociáveis, que por muitas vezes foram tratados como oponentes.

“Tradicionalmente e isso eu falo lá atrás, a Expomontes quebrou paradigmas e venceu fronteiras e construiu uma história sólida, espelhada por todas outras instituições que vieram atrás. O começo da Feira coincide com o período em que se abria a fronteira agrícola na região. As Exposições lotavam o Parque, que muitas vezes, não comportava a quantidade de animais. Foi naquela época que surgiu o material genético”, afirma Marcos Mendes, zootecnista, diretor técnico da Sociedade Rural e membro da ABCZ.

A primeira Exposição trouxe animais de criatórios de outras regiões do Estado. 100% do rebanho eram de Uberaba, considerada primeira exposição do Brasil. Em dez anos, Osmani Barbosa, João Athayde e alguns homens visionários da época – a quem devemos tudo o que temos hoje – mudaram a realidade da região. Ao invés de trazer o gado para o Norte de Minas em dez anos passaram a ser fornecedor.

“Mais que isso, os produtores se tornaram criadores de material genético. Temos uma região produtora – exportadora de genética de qualidade. Quanto à qualidade, aqui é uma das maiores regiões do País”, descreve.

O Vale do Jequitinhonha, por exemplo, não teve a tradição do Norte de Minas. Sendo assim, os criadores de lá não tem a mesma abertura dos daqui. Eles não tiveram o mesmo “start” que os produtores rurais do sertão norte mineiro”, afirma Marcos.

Ele também descreve que “devemos disseminar o legado deixado pelos nossos antepassados. E novamente, seguimos o caminho trilhado por eles e inovamos com dois pontos técnicos que coloca a Expomontes a frente de outros eventos no País.

Certamente, a Mostra figura entre as três melhores, se avaliamos todos os quesitos técnicos. Quanto ao numero de atrações artísticas, não há nenhuma com a quantidade e qualidade que apresentamos. 2014 é um ano histórico para entidade rural que promove a Feira com serenidade e garante uma nova oportunidade aos produtores rurais.

“Ganha o campo, ganha os animais e ganha a Exposição. Nós vamos trazer a Fazenda e colocar dentro de um pavilhão. Fazendo isso, vamos abordar dois pontos fortes em dois turnos: Primeiro, julgamento de animais e, segundo, a Mostra Genética. Isso é fantástico. Engrandece a exposição, a torna mais respeitada. E possível uma convivência perfeita. Uma oportunidade para perfis diferentes”.

Marcos pondera sobre o formato da Exposição. Para ele, é impossível imaginar a Expomontes dissociada da parte técnica e dos shows. “Em Patos de Minas, por exemplo, tentaram emplacar o nosso modelo, mas não conseguiram. Tentativas frustradas fizeram com que a cidade optasse por somente os shows artísticos. Nós não! É um charme o que fazemos. Julgamos durante o dia e celebramos a noite.

A Expomontes mudou. São 57 anos. A Mostra acompanhou o tempo, transformou, renovou. Mas a essência, que é promover à agropecuária. “Isso jamais vai acabar”, informa Osmani Barbosa Neto.

Conforme Marcos, 400 bovinos em exposição e 300 equinos estiveram expostos. As duas modalidades requerem um nível de infra-estrutura maior. O investimento é grande, mas oportuniza criadores a trazer os animais para o Parque.

200 dos 400 bovídeos são destinados a Mostra Genética. O restante, é para julgamento. A maioria é de Nelore, raça predominantemente no Norte de Minas. Outras raças como Gir, Indu Brasil, Sindi, Holandês, Girolando estão nas baias do Parque de Exposições João Alencar Athayde.

Outro caminho da Expomontes é a PGP – Prova de Ganho de Peso a pasto. Animais de 18 criatórios participam em fazendas diferentes do mesmo regime e manejo para avaliação. Eles são analisados e avaliados quanto às condições naturais. Durante dez meses eles permaneceram no pasto com permissão de suplementação alimentar quando necessário e de forma igual para todos os animais participantes.

Atualmente, no Brasil, a maior parte da seleção nos rebanhos é feita baseada no fenótipo do animal. Fenótipo é o nome dado à soma de fatores genéticos e ambientais que são expressos no animal em determinado momento.



sexta-feira, 11 de julho de 2014

EXPOMONTES 2014: DIA de CAMPO atrai PRODUTORES

40ª Expomontes

IV Dia de Campo da Bovinocultura atrai produtores da 
região


A Sociedade Rural de Montes Claros, em parceria com a Universidade Federal de Montes Claros (UFMG) promoveu, nesta sexta-feira (11) o IV Dia de Campo da Bovinocultura. A ação já é marca registrada na Exposição Agropecuária de Montes Claros e a cada ano traz novidades em tecnologia e muita informação para o homem do campo.
Neste ano, foram cerca de 250 inscritos, 150 deles produtores rurais, dentre acadêmicos e profissionais do ramo. Os participantes são divididos em grupos que participam das palestras em estações, que, por sua vez, são divididas por temas. O evento abordou a conservação ambiental na propriedade rural, o manejo alimentar dos bovinos, seleção funcional de gado de leite e de corte e a ordenharia mecânica.
Para Vicente de Paulo Siqueira da Comunidade de Laranjão, em Glaucilândia, Norte de Minas, presente pela primeira vez no Dia de Campo, “é muito importante para o produtor rural ter acesso a essas capacitações”, diz.
Já Odair José dos Reis, que comparece pela segunda vez, as informações e o aprendizado fazem a diferença. “Ano passado aprendemos sobre a preservação de nascentes. Na nossa comunidade, recuperamos 30 metros de cada lado do rio, e a água já aumentou”, conta Odair.

Um dos temas de destaque durante o Dia de Campo foi a seleção funcional de gado. De acordo com o professor da UFMG, Márcio Henrique Murthe, o produtor deve ficar atento às características dos animais que vai comprar, para não ter prejuízo.“Uma das coisas mais importantes é a persistência da lactação. Pode ser que a vaca produza bem, mas por pouco tempo, o importante é a duração da lactação”, explica.

Outras características a serem observadas ao escolher o gado de leite são os pés e pernas do animal, a largura do peito e a altura do úbere. “A nossa região é muito seca, por isso a vaca ter o peito mais largo significa que ela respira melhor, ou seja, é mais resistente ao calor”, diz Márcio. O professor deu dicas simples para que os participantes possam identificar os melhores animais.

João José Brandão é de Santana da Serra, Município de Capitão Enéas e está presente no Dia de Campo da Bovinocultura pelo quarto ano. “A cada ano aprendemos mais coisas. O que me atraiu bastante foi a ordenha mecânica, que já tenho na minha propriedade, e é sempre bom conhecer melhor. Outro assunto de destaque é o do Meio Ambiente. Precisamos estar sempre atentos”, diz João.

Já Marcos Henrique Santos tem apenas 14 anos, mas já participa do evento pela segunda vez. Para ele, é muito bom ter o conhecimento para dividir com a família e a comunidade. “Lá em casa todo mundo já sabe sobre os cuidados da vacinação e a alimentação dos animais. Acho muito importante esta oportunidade”, relata Marcos.

Para o estudante do 6° período de zootecnia e participante da organização do evento, Idael Matheus, “é muito interessante poder contribuir para o conhecimento do produtor rural e, para mim, como alunos, é uma oportunidade de crescer profissionalmente, além de aprender muito também”, conta.

Segundo Osmani Barbosa Neto, Presidente da Rural, o objetivo do dia de campo é a troca de experiências. “Visamos à interação entre os pequenos, médios e grandes produtores rurais. O curso é a prova de que a Exposição é para todos”, afirma.

EXPOMONTES: QUEM TE RECEBE....

EXPOMONTES 2014

QUEM TE RECEBE...



Ao chegar ao setor administrativo da Sociedade Rural, uma das primeiras pessoas que encontramos é a ANA CAROLINA BARBOSA RIBEIRO. Com sua habitual simpatia, ela explica que o sobrenome "Barbosa" , não é o mesmo do Osmani Barbosa, Presidente da entidade: "É pura coincidência, Márcia. O meu tem origem na Bahia, enquanto o dele é desta região", explica Carol. Mas a educação é a mesma. Carol, como é mais conhecida,  trabalha há 10 anos na entidade,ocupando a função de secretária, e acaba sendo também uma espécie de "faz tudo", como todo bom funcionário que honra a casa. 

Recebe a todos com a mesma distinção. É gentil, direciona, explica, resolve e não deixa ninguém sem resposta. Perguntamos o que o seu serviço tem de melhor e ela revela: "O melhor é que aqui somos uma família, e juntos, aprendemos todos os dias". 

Lá fora, é Ministra da Eucaristia da Comunidade Santíssima Trindade e desde o ano passado participa ativamente da tradicional missa da Sociedade Rural, que acontece no início da Expomontes. "Foi uma graça especial pra mim. Já tenho uma vida de oração e me senti realizada pela oportunidade de rezar ao lado dos meus colegas  e participar de momento tão importante", diz. 


Carol é casada com Fábio Corrêa e conta que o marido entende o seu trabalho e a apoia. "Durante a Expomontes, ele sabe que se quiser me encontrar, tem que vir aqui. Trabalhamos o ano inteiro para este evento e fico satisfeita de poder estar aqui e exercer o meu ofício", finaliza.

Carol veste a camisa e ama o seu trabalho. É parte do sucesso da EXPOMONTES. Palmas pra ela!!!


quinta-feira, 10 de julho de 2014

EXPOMONTES 2014: OVINOCAPRINOCULTURA CARECE DE FRIGORÍFICO

 EXPOMONTES 2014
Ovinocaprinocultura carece de frigorífico no Norte de Minas

Tanto as ovelhas quanto os bodes andam em bando para se fortalecer. Sendo presa fácil para grandes predadores, a união do grupo é um meio de garantir a sobrevivência e a força de todos. Seguindo o ensinamento desses animais, os criadores de ovinos e caprinos do Norte de Minas têm se unido para fortalecer e levar o nome dessa cultura para a região.
Membro da Associação de Criadores de Caprinos e Ovinos do Norte de Minas, Maria Idalina Souza juntou a paixão pelo campo com a vontade de empreender, após se aposentar. Ela viu na ovinocaprinocultura um bom negócio, e há anos viaja bastante para se inteirar sobre o assunto e incentivar a criação e consumo da carne desses animais.
 “Eu sou sergipana, e o povo do Nordeste ama a carne de ovelha e bode, é muito consumida por lá. Aqui, porém, há ainda muito preconceito, achando que a carne é doce ou é rançosa. Não tem nada disso. São carnes saborosas e muito saudáveis. Já ministrei muitas palestras em prefeituras aqui no Norte de Minas, incentivando as escolas a incluírem a carne de ovinos e caprinos na merenda escolar”, revela Idalina.
Há seis anos, João Carlos Albuquerque adquiriu seis carneiros e se surpreendeu com os animais. Criando tradicionalmente o gado nelore, João Carlos descobriu novas possibilidades nos carneiros, tendo hoje 70 animais na propriedade dele, todos da raça sul africana Dorper.
“No início, um senhor em Janaúba comprava todos os machos que nasciam em minha fazenda. Tive uma boa surpresa com esse animal, que além de tudo é muito bonito e agradável. Tenho tido bons resultados com os carneiros”, conta.
João Carlos explica ainda que possui parceria com o campus da UFMG, em Montes Claros, de modo que professores e  alunos visitam a criação dele para dar assistência e estudar os carneiros: “É uma relação de mão dupla, boa para os dois lados”, comemora.
A rentabilidade é o fator que Nário da Silva Ramos destaca para o produtor norte mineiro se interessar pela criação de ovinos e caprinos. Ele aponta que no espaço em que se cria uma vaca, pode-se criar cerca de dez ovinos ou caprinos, que possuem bom preço no mercado, tendo inclusive ciclo de reprodução de menor duração, o que adianta o retorno financeiro do produtor.
“Para o animal de corte, consegue-se cerca de R$ 300 pelo animal, que é menos que o preço obtido com a venda de gado, mas os ovinos e caprinos se reproduzem mais rápido do que o tempo de gestação para um bezerro, então compensa. Eu trabalho com animais de melhoramento genético e por um animal reprodutor consigo cerca de R$ 1000 por um caprino e R$ 1.500 por um ovino. É um grande negócio”, ressalta Nário.
Além de todas essas vantagens, Nário revela que esses animais são dóceis e inteligentes, sendo criados no pasto, mas uma vez tendo aprendido, retornam para o curral sozinhos, na hora de dormir, demandando menos esforços.
Maria Idalina acredita que a criação de ovinos e caprinos tem crescido na região, mas que a ausência de um abatedouro ainda é um empecilho para que a carne desses animais chegue à mesa do norte mineiro.
“Não se pode transitar a carne sem a origem do abate, portanto o abatedouro é um fator primordial para que essa carne saudável e saborosa chegue com facilidade à casa das pessoas. Agora que o frigorífico da região será reaberto pelo grupo Minerva, vamos entrar em contato e ver se será bom para os criadores de ovinos e caprinos também. Enquanto isso, temos vendido muitos animais para fora”, conclui.
Hotorgantino Lopes é criador de caprinos e presidente da Associação dos Criadores de Ovinos e Caprinos de Montes Claros (Accomontes). A sua criação já tem 32 anos e, de acordo com ele, desafios foram superados ao longo dessas três décadas. "Quando eu comecei a maior dificuldade era a falta de um ponto de apoio para a venda da produção. Depois que a associação se desenvolveu tivemos essa ajuda. A valorização do animal nesse tempo foi grande. O esforço compensou", conta.
A Associação já funciona há 12 anos focada no pequeno e médio produtor e busca formar uma parceria entre os criadores de ovinos e caprinos na região.
"Hoje, a nossa luta é para trazer um frigorífico para o Norte de Minas. Isso contribuiria para aumentar o consumo aqui. Agora, a maior parte da nossa produção vai para o Rio de Janeiro e São Paulo".
Você sabia?
Depois de ter diminuído de forma constante de 1990 a 2000, o rebanho ovino mundial voltou a crescer.  A criação de ovelhas e cabras, ovinocaprinocultura, é uma das principais atividades na economia do Nordeste Semiárido do Brasil. Isso porque o Nordeste possui as condições ideais para a sua exploração. Hoje, podemos afirmar que a ovinocaprinocultura tem uma enorme diversidade de produtos que podem ser explorados comercialmente como: carnes, peles, leite e derivados.
A China vem apresentando um crescimento significativo em seu rebanho em termos de quantidade de animais e de participação percentual, graças a um conjunto de incentivos oficiais implementados durante a década de 1990. Junto com Sudão, Irã e Índia, a China é dos raros países detentores de grandes rebanhos que está aumentando sua população ovina.

EXPOMONTES 2014: CHITÃOZINHO e XORORÓ nesta sexta

EXPOMONTES 2014:
Chitãozinho & Xororó apresentam turnê “Do Tamanho do Nosso Amor” nesta sexta, na Expomontes
Show terá composições inéditas e novas roupagens de grandes sucessos da carreira  


Chitãozinho & Xororó apresentam a turnê “Do Tamanho do Nosso Amor” , nesta sexta, 11 de julho, a partir das 22 horas na 40ª Expomontes, no Parque de Exposições da cidade. Este novo show é baseado no CD e DVD “Do Tamanho do Nosso Amor”, lançados em novembro de 2013 e gravados ao vivo no Wood´s Bar de São Paulo, com produção de Fernando Zorzanello (da dupla Fernando e Sorocaba), participações especiais de Dexterz (projeto de música eletrônica composto pelo baterista Junior Lima, pelo DJ Julio Torres e pelo violinista Amon Lima), do rapper Cabal e de Fernando e Sorocaba.
 
A dupla interpretou sucessos que os consagraram com novas roupagens como “Sinônimos”, “Vida Marvada” e “Evidências”, composição de José Augusto e Paulo Sérgio Valle, que apesar de ser de 1990, continua atual e com poder de emocionar ouvintes de todas as faixas etárias. No dia da gravação do CD e DVD, a plateia, formada predominantemente por jovens, sabia a letra de cor e cantou a música do começo ao fim, emocionando muito a dupla e todos os presentes na Wood´s.
 
Com direção geral de Chitãozinho & Xororó e da Live Talentos, empresa responsável pela carreira artística da dupla, o espetáculo conta com cenários grandiosos compostos por painéis de LED, sincronismo de luz e vídeos interativos produzidos pela Hit Music em linguagem 3-D.
 
O repertório do show conta com composições inéditas, como “E Aí Tempo”, de Caco Nogueira, e “Do Tamanho do Nosso Amor”, de Sorocaba, homônima ao projeto, além de “Evidências”, “No Rancho Fundo” e outras regravações de sucessos. Entre os destaques da apresentação está a participação de Raulzito, cover de Raul Seixas, que canta virtualmente com a dupla “Tente Outra Vez”, música que serviu de inspiração para que os artistas seguissem em frente e não desistissem da música, apesar das dificuldades do início de carreira. 
 
Chitãozinho & Xororó sobem ao palco acompanhados por Claudio Paladini (teclados e vocal), Adilson Pascoalini (guitarra, violões e viola), Daniel Quirino (vocal e violão), Antonio Vendramini (sax, flauta, rabeca e percussão), Marcelo Modesto (guitarra, banjo, cello, mandolin e violão), Fábio Almeida (baixo), Renato Britto (bateria) e Frank Joni (acordeon).
 
Serviço:

Ingressos:
R$ 30,00 inteira / R$ 15,00 meia-entrada
Postos de vendas: Sede da Expomontes (avenida Deputado Esteves Rodrigues, 1121) e nas bilheterias do Parque de Exposições.
 
 
Shows da 40ª Expomontes
2 a 13 de julho, no Parque de Exposições João Alencar Athayde, Avenida Geraldo Ataíde, 1373 - São João
Realização: Cia Promoções/ Empresário João Wellington/ Na Caixa Promoções
Patrocínio: Faculdades Integradas Pitágoras – FIPMoc, Orthomontes, Brahma, Arroz Codil, Gamma, Clássico Calçados
Apoio: Prefeitura Municipal de Montes Claros, Rádio Educadora AM, Rádio Itatiaia, Rádio Montes Claros 98 FM, Rádio Transamérica FM e Rádio 93 FM
 
 
Assessoria de imprensa – Shows da Expomontes
Ana Maria Barbosa Comunicação

EXPOMONTES SOLIDÁRIA; arrecadadas 3 toneladas de alimentos

Expomontes Solidária

3 toneladas foram arrecadadas no Parque de Exposições João Alencar Athayde


A primeira edição do projeto Expomontes Solidária foi um sucesso. Ao todo, foram arrecadadas 3 toneladas de alimentos, na noite desta segunda-feira (07), durante a Exposição Agropecuária de Montes Claros.  A proposta foi criada pela Rede de Voluntariado da Associação Comercial e Industrial de Montes Claros (ACI) e Lions Clube Internacional, em parceria com a Sociedade Rural e Cia Promoções.
De acordo com presidente da ACI, Edilson Torquato, o objetivo da ação é despertar o espírito solidário na sociedade. “O dia escolhido para acolher a iniciativa foi esta segunda-feira, mas a intenção é de que as pessoas também façam doação de alimentos nos outros dias de festa”, diz.
A Rede Voluntariado foi criada em 2010 pela ACI para trabalhar com a responsabilidade social, expressando a preocupação da entidade com o desenvolvimento da sociedade. Para a coordenadora da Rede, Nuria Font Souza, a organização deseja que a prática de arrecadar alimentos para instituições filantrópicas se torne tradição, assim como a Expomontes. “Este ano é a primeira vez, mas queremos que isto se torne um ato espontâneo das pessoas”, conta.
Nuria explica ainda que os alimentos são doados para instituições comprovadamente carentes e que são acompanhadas de perto pela organização. “Existem algumas que não tem nenhuma placa nem identificação na porta. Mas nós pesquisamos e as identificamos. Atualmente, são 35 entidades beneficiadas com as ações do voluntariado. “Às vezes uma palavra amiga, uma visita, ou até mesmo apenas ouvir o que essas pessoas têm a dizer já é um grande benefício, para eles, e para o nosso crescimento como humanos.
Eduardo Santos Freitas é pintor e aproveitou a noite para levar os dois filhos ao Parque de Exposições João Alencar Athayde. O ingresso foi 3 quilos de feijão. “Essa ação é muito bacana e, inclusive, eu acho que a iniciativa devia se multiplicar pelos eventos da cidade. É uma grande iniciativa”, afirma Eduardo.
Já o Fernando Jorge é membro da Lions Clube Internacional, entidade também presente na ação. “É um prazer para nós poder fazer parte de ações como esta”, diz.
O destino dos alimentos arrecadados poderá ser encontrado no site da Rede, onde os interessados também encontram mais informações sobre o trabalho voluntário, e podem se inscrever para as atividades.
“Nos preocupamos muito com a transparência das nossas ações, por isso sempre atualizamos o site com as informações sobre o nosso trabalho”, acrescenta Nuria.
Os visitantes da Feira podem continuar doando alimentos no posto de coleta, ao lado do estande da Triama Norte, até o dia 13.
Osmani Barbosa Neto, presidente da Rural, avalia como positiva a primeira edição da Expô Solidária. “Excelente quantidade de alimentos. Que em 2015, os números sejam maiores”, afirma.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

EXPOMONTES 2014:SHOWS e JOGO do BRASIL

EXPOMONTES 2014
 

Na Terça do Arrocha, quatro bandas animam a Expomontes
 
Na Expomontes, a terça, dia 8 de julho, será com muit arrocha, com shows de Gasparzinho, Som do Povo e das bandas Kuarto de Empregada e Fricote. Neste dia, mulheres não pagam ingresso e devem retirar o convite na hora do show ou antecipadamente, nas bilheterias do parque ou na sede da Expomontes, ao lado do BR Mania.

 
Mega telão de led para acompanhar jogo
 
O clima de Copa do Mundo movimenta o Parque de Exposições nesta terça. Além de prestigiar as atrações da Expomontes, o público presente poderá acompanhar o jogo entre Brasil e Alemanha, que disputam uma vaga para a grande final da Copa do Mundo, às 17 horas. Um telão de led será instalado no parque para a exibição do jogo.
 
 

Quarta Universitária ao som de Seu Maxixe e Sunga de Pano
 
 
A Quarta Universitária, dia 9 de julho, também será dia de entrada livre para as mulheres com shows das bandas Sunga de Pano e Seu Maxixe.
 
Seu Maxixe se denomina o sertanejo POP da Bahia. Conhecida por ter seguidores fiéis em seus shows, a turma do Seu Maxixe já tem músicas próprias que caíram nas graças do público e estão nos repertórios de grupos como Garota Safada, Aviões do Forró, Harmonia do Samba e Saia Rodada.
 
A banda Sunga de Pano é um grupo mineiro de pagode que tem como característica a irreverência e um repertório eclético de releituras que passam pelo pop, axé, mpb e sertanejo.

 
Serviço:
 
8 de julho, 3ª feira – Terça do Arrocha com Gasparzinho, Som do Povo e as bandas Kuarto de Empregada e Fricote
Ingresso masculino - R$ 20,00 inteira / R$ 10,00 meia-entrada
Mulheres não pagam, mas devem retirar o convite na hora do show ou antecipadamente nas bilheterias e na sede ao lado do BR Mania.
 
9 de julho, 4ª feira – Quarta Universitária com Sunga de Pano e Seu Maxixe
Ingresso masculino - R$ 20,00 inteira / R$ 10,00 meia-entrada
Mulheres não pagam, mas devem retirar o convite na hora do show ou antecipadamente nas bilheterias e na sede ao lado do BR Mania.
 
 
 
Shows da 40ª Expomontes
2 a 13 de julho, no Parque de Exposições João Alencar Athayde, Avenida Geraldo Ataíde, 1373 - São João
Realização: Cia Promoções/ Empresário João Wellington/ Na Caixa Promoções
Patrocínio: Faculdades Integradas Pitágoras – FIPMoc, Orthomontes, Brahma, Arroz Codil, Gamma, Clássico Calçados
Apoio: Prefeitura Municipal de Montes Claros, Rádio Educadora AM, Rádio Itatiaia, Rádio Montes Claros 98 FM, Rádio Transamérica FM e Rádio 93 FM

40° EXPOMONTES: O SABOR que dá água na boca....

40ª Expomontes
O sabor da região e as comidas tradicionais de festa enchem de água a boca de quem visita a Feira

Pastel, arroz com pequi, feijão tropeiro, crepe... Humm... Esse texto já começou com palavras que abrem o apetite de muita gente que tem visitado a 40ª Expomontes. Dentro do Parque de Exposições João Alencar Athayde não falta opções para todas as pessoas. Desde a agricultura familiar até as comidas de feiras tem muito que saborear.

“A gente vem pra passear e sempre para pra comprar alguma coisa enquanto espera começar o show. Não tem como ficar sem experimentar o feijão tropeiro”, conta Silvia Aquino. Ela disse que pretende vir em mais dois shows e vai aproveitar para ir a muitas barracas. “Em alguns dias, eu escolho o beiju para começar, em outros vou de pastel”.

Nas partes de doces, também não faltam opções: doces cristalizados, crepe, churros... “É uma sobremesa para toda hora”, afirma Luis Cláudio Fernandes. Quem visita a Feira de Agricultura Familiar que funciona na Quadra Poliesportiva, encontra: beiju, paçoca, quibe, escondidinho, salgados feitos com carne de carneiro, doces em conserva... Muita coisa boa!

A vendedora Luiza Pereira trabalha em uma das barracas de bebidas da exposição. Segundo ela, o movimento não para até depois dos shows. “Na hora da saída, muita gente para e compra e vai até em casa bebendo”.

Paulo Roberto trabalha com um restaurante em uma área do Parque há mais de dez anos. “A comida típica da nossa região é sem dúvida a preferência da maioria. O arroz com pequi, feijão tropeiro e a carne de sol não podem fazer falta. Quem vem ao Parque está pensando em comer e divertir”, conta.

Com ele 16 pessoas trabalham durante todas as noites de Exposição e nos fins de semana o trabalho dobra. “Nos sábados, domingos e aniversário da cidade, o parque fica mais movimentado. Ai desde cedo tem gente procurando o que comer”, afirma.

Moacyr Basso, diretor financeiro da Rural, explica que a Praça de Alimentação é um dos pontos de geração de trabalho na Expomontes. “São gerados 1 empregos diretos e 3 mil indiretos nos 12 dias de evento. Bem para todo mundo, que ganha uma renda extra e bom para a Rural que pode prestar um ótimo serviço a comunidade”, encerra.

40° EXPOMONTES: ENTIDADE é PORTA da HISTÓRIA do agronegócio

40ª Expomontes
Sociedade Rural: porta da história do Agronegócio 


Um espaço dentro do Parque de Exposições João Alencar Athayde vai dar vida à luta do homem do campo na região. "A Sociedade Rural é uma instituição presente na vida do montes-clarense e vamos contar a sua evolução e participação no cotidiano da cidade", afirma a assessora de Marketing da Rural, Júnia Rebello.

O memorial vai guardar imagens, objetos e documentos que são ícones da entidade. Os avanços do agronegócio e da atividade rural no desenvolvimento regional vão estar guardados e poderão ser visitados.

Mas, engana-se quem acha que o espaço já está pronto. Pessoas que tiverem objetos, imagens e documentos que sejam representativos e quiserem doar será recebido para exposição.

A Sociedade Rural é um instrumento de desenvolvimento da região. Estão no  arquivo da instituição documentos e registros de entidades e empresas que acompanharam e participaram do desenvolvimento da agropecuária regional. Esse patrimônio histórico passa a ser compartilhado com todos no Memorial.

Atas de reuniões, fotos, vídeos, filmes em muitas apresentações diferentes e matérias informativas de importância social e econômica estarão preservados.

"Vamos abrir uma cápsula do tempo para a história do desenvolvimento regional. Quem visitar esse espaço vai conhecer a história da Sociedade Rural e sua dedicação com o homem do campo, afirma Osmani Barbosa Neto, presidente da Sociedade Rural.

A obra foi patrocinada pela Vallee, que investiu R$ 60 mil. A área que vai abrigar o Memorial passou por uma reforma nos últimos meses. Segundo o diretor de Patrimônio Norberto de Assis, até 100 pessoas podem visitar ao mesmo tempo o local.

"Foi realizada uma mudança na estrutura física para ampliar o espaço e receber os visitantes e todo o material que vai ser exposto, que deve aumentar ao longo do tempo. Fizemos diversas pesquisas em espaços como o Memorial, buscamos as formas de exposição e agora e esperamos todos fiquem satisfeitos com o presente que daremos a cidade", afirma Norberto, que também é arquiteto.

O Memorial da Sociedade Rural será inaugurado, na quarta-feira (9), às 19h, no Centro Administrativo do Parque de Exposições João Alencar Athayde.


TEXTO: ASCOM SOCIEDADE RURAL

EXPOMONTES 2014:RURAL realiza primeiro LEILÃO da história da ENTIDADE

EXPOMONTES 2014
Rural realiza primeiro leilão da história da entidade

Apesar da novidade, 60% dos animais foram comercializados


Um dos momentos mais esperados pelos pecuaristas durante a 40ª Expomontes são os leilões. Nesse momento, eles avaliam o rebanho, pensam e disparam seus lances. Nas últimas três edições, 25 milhões foram movimentados nessas negociações. Em 2014, nove leilões estão programados, mas um deles chamou a atenção pela inovação no sábado (5): o leilão virtual.

“Nessa modalidade, temos o lote aparecendo em telões. É com essas imagens gravadas que os compradores vão decidir o valor investido”, explica o diretor de Leilões da Sociedade Rural, Avelino Murta.

A novidade chamou atenção de muita gente. O produtor rural Pedro Teixeira está acostumado a ver o rebanho de perto, mas ele acredita que o futuro é esse:

“A gente acha estranho por sempre vir nos leilões e ver tudo ao vivo. O que estou vendo aqui, com certeza, é a modernidade. Hoje, muita coisa é feita a distância e vejo isso com os meus filhos no computador.

Para contribuir para a exibição do leilão e a captação das imagens, a TV Canal 20 abriu um espaço na sua grade de programação para este primeiro leilão: “É um momento de importância para os criadores que querem vender e para quem está pronto para comprar. O empresário rural quer ver seu produto render e as despesas diminuir. Isso é uma solução”, afirma Roberto Machado, proprietário da emissora.

Dez dias foram gastos para realizar as imagens dos 23 lotes apresentados neste leilão. “Isso é uma inovação que traz um custo benefício para todos. O rebanho não se desgasta com o deslocamento e ao mesmo tempo o dono economiza no gasto desse trajeto”, afirma o responsável da Ruralpel Leilões, Thiago Leoni.

Mas, a emoção não ficou virtual, com uso de emoticons ou gírias do “internetês”. Moças atentas caminham entre os compradores, enquanto o leiloeiro anunciam o valor que é dado ao lote. Olhares rápidos e o valor do lance cresce. Dou-lhe uma, dou-lhe duas, dou-lhe três: a batida do martelo define que mais uma venda foi concluída.

“No ano passado, eu disse que a tínhamos a Expomontes da superação. Este ano, nossa exposição é da inovação e da evolução”, afirma o presidente da Sociedade Rural Osmani Barbosa Neto.

Ao todo cerca de 60% dos lotes foram vendidos no primeiro Leilão Virtual e a proposta é que essa prática se torne mais frequente:

“Esse foi só o começo de uma ideia que discutimos bastante. Agora, vamos avaliar os resultados e vamos aumentar esse processo de vendas”, conclui Avelino.