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sábado, 1 de novembro de 2014

FINAME RURAL:LINHA de CRÉDITO aberta ATÉ DEZEMBRO

Financiamento rural é opção de investimento no campo

Prazo para a linha de crédito FINAME encerra no próximo mês com aporte de até 2 milhões de reais

Gilberto Gualter frisa que “este período é importante para a renovação da frota de tratores, com vistas ao planejamento da safra 2015 (Foto: Mosaico)


O Finame Rural PSI - Programa de Sustentação do Investimento -  financia a aquisição de máquinas e equipamentos agrícolas novos, fabricados no País e credenciados pelo BNDES, incluídos tratores, colheitadeiras e implementos agrícolas para produtores rurais, pessoas físicas ou jurídicas, inclusive cooperativas, desde que o investimento seja destinado ao setor agropecuário. O limite do financiamento é de até R$ 2.000.000,00 e o prazo para contratação expira em dezembro de 2014.
A linha de crédito FINAME RURAL PSI é uma linha de crédito destinada a aquisição de máquinas e equipamentos novos de fabricação nacional credenciados no BNDES. “Esta linha é uma ótima opção para aquisição dos tratores e implementos Massey Ferguson, para pessoas jurídicas e pessoas físicas do segmento de agronegócio. A diferença em relação ao BNDES FINAME é a taxa de juros e TJLP, que neste caso é fixa. Essa é a grande vantagem deste financiamento”, explica Gilberto Gualter, empresário da Triama Norte, concessionária d e máquinas e implementos agrícolas.
         Elisângela Oliveira Magalhães, da agência do Banco  do  Brasil em Montes Claros, explica que o objetivo do Programa é incrementar o mercado do agronegócio estimulando produtores rurais, pessoas físicas ou jurídicas, inclusive cooperativas, com o financiamento de até 2 milhões de reais. “Para Pessoas Físicas ou Jurídicas, de micro, pequeno e médio porte, até 100% do valor dos itens financiáveis; para Pessoas Físicas ou Jurídicas, de médio-grande e grande porte, até 80% do valor dos itens financiáveis. Com exceção de caminhões, todos os itens têm taxa de juros efetiva de 4,5% ao ano. O prazo é de até 120 meses, sem carência (pagamentos anuais, semestrais ou mensais)”.
                A vigência do Programa, nestes moldes, encerra no dia 31 de dezembro deste ano. “Os pedidos de financiamentos podem ser protocolados no BNDES, em agências conveniadas, para homologação. Em caso de reapresentação, os pedidos podem ser protocolados até 05.12.2014”, destaca Elisângela.
                Gualter frisa que “este período é importante para a renovação da frota de tratores, com vistas ao planejamento da safra 2015, com taxas reduzidas, para implementar, principalmente, as culturas de café, cana de açúcar, frulticultura e oleaginosas”. Mais informações (38) 3690 6144.


quinta-feira, 9 de outubro de 2014

NORTE de MINAS: CLIMA EXIGE DESAFIOS DE PROFISSIONAIS

Clima do Norte de Minas exige desafios diferenciados do Engenheiro agrônomo

Este profissional é um aliado para conhecer a realidade e as possibilidades para uma melhor produção

O consultor Rômulo Labate fala sobre a agronomia na região (Foto: Solon Queiroz)

Minas Gerais apresenta avanço em sua participação no PIB do agronegócio nacional, de 12,98%, em 2013, para 13,38% em 2014. Os profissionais que atuam na produção agrícola estão cada vez mais próximos com a realidade da agricultura de precisão e ainda têm de lidar com as adversidades climáticas. No próximo dia 12 de outubro, comemora-se o Dia do Engenheiro Agrônomo.  Como atividade econômica relevante na região, um dos desafios deste profissional seria tornar as explorações agropecuárias de sequeiro  sustentáveis e resilientes numa região semiárida.
A opinião é do Engenheiro Agrônomo, Rômulo Labate, que há 45 anos atua no agronegócio, em projetos e consultoria. Nesse tempo já elaborou mais de 4 mil projetos agropecuários nas diversa áreas: bovinocultura, agricultura irrigada, agroindústrias, silvicultura, Integração Lavoura Pecuária Florestas e outros.  Para Labate, “o Engenheiro Agrônomo no Norte de Minas deve atentar para a elaboração de um Plano de Recursos Hídricos Regionais com  identificação dos grandes aquíferos regionais, programa de microbacias hidrográficas (preservação das águas superficiais, barragens, etc) e implantação de um  Programa que podemos chamar de Fazendeiro Produtor de Água”.
Ele explica que “cada produtor faria um projeto para sua propriedade, para construção de pequenas barragens e barraginhas curvas de nível matas cilares e de cabeceira, reservas legais e APPs,  e  teria um financiamento com 25 anos de prazo, juros de 2% aa, e subsídio de 50%  dos valores gastos. Desse modo seriam preservadas a maior parte das chuvas que caem na região, melhorando a vazão dos rios e dos poços tubulares”.
A vocação para agricultura irrigada tem um potencial enorme, mas é limitada pela escassez  de recursos hídricos. A introdução de gramíneas resistentes à seca (inclusive as transgênicas ainda inéditas) e técnicas de manejo, são algumas das inovações tecnológicas que permitam ao produtor regional conviver e prosperar nas adversidades climáticas.
Rômulo Labate pontua que “há escassez cada vez maior de mão de obra no meio rural, que tende a se agravar, pois a aspiração de todos é vir para a cidade onde há escolas e  oportunidades de emprego . Com isso, é inevitável o crescimento cada vez maior da mecanização das fazendas”. O empresário do setor, Gilberto Gualter, atua há cerca de 20 anos na venda de tratores e implementos agrícolas. Ele concorda com esta mecanização no campo e completa que “além de o mercado ofertar máquinas cada vez mais sofisticadas, há a demanda para pessoas que atuam como operadores dessas maquinas, que precisam de treinamento pelas concessionárias”.
O Agrônomo, por sua vez, deve ter a capacidade para analisar cada situação e fazer as recomendações daqueles equipamentos mais adequados para um melhor custo/benefício. Rômulo Labate afirma que sempre adquire equipamentos  que venham minimizar os esforços físicos da mão de obra, pois melhora o rendimento e a produtividade  dos trabalhos de campo. “São tratores e implementos, tais como distribuidores de calcário, plantadeiras, grades com controles remoto, carregadeiras hidráulicas, carretas basculantes, roçadeiras, etc. Sem essas máquinas, e o incremento cada vez maior destas tecnologias,  a exploração atual seria simplesmente inviável”.
Estima-se que no Brasil haja cerca de 150 mil engenheiros agrônomos e cresce cada vez mais a busca por profissionais bem preparados para atender as novas demandas e necessidades do mercado agrícola.


terça-feira, 5 de agosto de 2014

MONTES CLAROS AEROTRÓPOLE?

Montes Claros poderá ser uma  Aerotrópole

O conceito de cidade-aeroporto é tido com uma das 10 ideias que vão mudar o mundo

A convite do Subsecretário de Investimento Estratégico do Estado de Minas, Luiz Antônio Athayde, Pávilo Miranda, Presidente da ADENOR, participou na capital mineira do lançamento do projeto Aerotrópole, durante o Seminário Técnico do 2º Master Plan Econômico da Região Metropolitana de BH e Colar Metropolitano, em Belo Horizonte, no dia 18 último.  Na oportunidade, o Subsecretário de Estado Luíz Antônio Athayde relatou ao Presidente da Agência de Desenvolvimento da Região Norte de Minas - ADENOR, o forte interesse do Governo de Minas de reproduzir este mesmo  projeto  de negócios para a região metropolitana de Montes Claros.
     O conceito é o de uma cidade que se desenvolve ao redor do aeroporto, sendo uma região com infraestrutura de todos os tipos de serviços e de indústrias. “Cada vez mais, os aeroportos se tornam peças importantes na economia, daí o projeto Aerotrópole ganhar força na estruturação da cidade para os próximos 20 anos”, pontua Pávilo Miranda.
Durante a reunião, Luíz Antônio Athaide antecipou, inclusive a contratação já programada  para outubro pelo Governo do Estado de empresa estrangeira de consultoria para elaboração deste diagnóstico e planejamento das etapas de implementação em Montes Claros. “Valendo-se das diretrizes do Master Plan, os municípios terão a oportunidade de almejar um maior crescimento econômico através de um planejamento inteligente de seus territórios, criando um ambiente atrativo para novos negócios”, garante Athayde.
             "Especialista no assunto, o norte-americano John Kasarda ressalta que, atualmente, existem 80 aerotrópoles em desenvolvimento no mundo, incluindo a experiência mineira, com o aeroporto Tancredo Neves. Ao todo, cerca de dez estão em funcionamento, com destaque para o terminal de Schipol, em Amsterdã, na Holanda. “São mais de mil multinacionais na área próxima ao aeroporto. Os investimentos entraram e a cidade se tornou um dos principais centros de negócios da Europa, de bens e de serviços. O conceito de cidade-aeroporto é tido com uma das 10 ideias que vão mudar o mundo ”, enfatiza.

domingo, 27 de abril de 2014

AGRONEGÓCIO EM ALTA no NORTE de MINAS

Agronegócio em alta no Norte de Minas

Empresários de Montes Claros participam de uma das maiores e mais completas feiras de tecnologia agrícola do mundo



Única feira da América Latina de tecnologia agrícola que oferece tudo o que o produtor rural necessita, a Agrishow 2014 reunirá empresas e prestadores de serviços de uma infinidade de segmentos. Nos 440 mil m2 de área de exposição, o visitante encontrará desde aviões, até sofisticadas soluções para agricultura de precisão, passando por ferramentas, montadoras de veículos, fabricante de pneus, entre outros produtos. A fim de trazer mais tecnologia para o setor de agronegócio norte-mineiro, um grupo de empresários participa do evento, que vai de 28 de abril a 2 de maio.
“A Agrishow é a única feira do Brasil que conta com a presença de pequenos, médios e grandes fabricantes. Uma feira em que é possível encontrar uma enorme variedade de produtos e serviços que atende a todos os produtores rurais independente do tamanho da propriedade e cultura. Um ambiente de atualização profissional, lançamentos, divulgação das próximas tendências do setor e onde grandes tecnologias são de fato demonstradas durante o evento”, diz Márcio Gontijo, gerente de vendas de máquinas agrícolas, na Triama Norte.
            A empresa faz parte do evento com estande e espera mais de 150.000 visitantes qualificados, de 67 países. Em 2013, a Feira movimentou R$ 2,6 bilhões em negócios, com mais de 790 marcas expositoras; sendo 101 novas empresas nacionais e 35 novas empresas estrangeiras. Com mais de 20 anos de experiência no agronegócio, o empresário Gilberto Gualter ressalta que “a  Agrishow não é apenas uma feira de máquinas e implementos. Além de encontrar uma ampla variedade de produtos e serviços, o potencial comprador poderá negociar melhores condições de preços e de pagamento, uma vez que já traz em mãos uma carta de crédito pré-aprovada pela sua instituição financeira”.
Outra grande vantagem é que a Agrishow é a única feira no Brasil em que é possível negociar diretamente com fabricantes. Com isso, há economia de tempo e menos burocracia para fechar grandes negócios. “Nosso objetivo é buscar novidades e produtos voltados para as características do Norte de Minas, daí apresentá-los em feiras regionais, como a Expomontes e a ExpoJanaúba, nos próximos meses”, conclui Gualter.

Texto/Foto: Mosaico Comunicação