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sexta-feira, 14 de maio de 2021

RECEITA FEDERAL FAZ DOAÇÃO A HOSPITAL

 


Cachaça clandestina apreendida pela Receita Federal se transforma em álcool em gel

Parte do produto foi doado ao HUCF

O Hospital Universitário Clemente de Faria (HUCF) recebeu nesta quarta-feira (12) nova doação de materiais que servirão para o reforço da rotina hospitalar e também para as ações de enfrentamento do Novo Coronavírus (Covid-19). A doação faz parte de uma ação conjunta liderada pela Receita Federal que fechou uma fábrica clandestina de cachaça, em agosto de 2020, no Norte de Minas, e apreendeu 200 mil litros da bebida que utilizava, inclusive, álcool etílico no processo de fabricação. O produto seria comercializado em toda a região. A remessa entregue ao HUCF é de 150 litros de álcool líquido e 50 litros de álcool em gel. A vice-reitora professora Ilva Ruas Abreu e a Superintendente do HUCF, Príscilla Izabella Barros de Menezes acompanharam oficialmente a entrega dos materiais.

A partir da apreensão, em vez de descartá-la, a Receita Federal mobilizou o Ministério Público Estadual (MPE), a Polícia Militar de Minas Gerais e o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) para uma ação conjunta que incluiu também o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas (IFSULDEMINAS).

“Em vez de destruirmos o material apreendido, fizemos contato com a IFS


ULDEMINAS para tentar reutilizar o produto e transformá-lo em álcool líquido e em gel. Conseguimos. Além de preservar a saúde humana e o mercado legal de cachaça, preservamos também a saúde e a concorrência, revertendo a apreensão em benefício da população”, revela o delegado da Receita em Montes Claros, Filipe Araújo Florêncio, que destacou que o HUCF foi escolhido para receber a doação, pois atende o interesse público e por ser um hospital referência na região.

“Estamos gratos pela doação recebida, ainda mais neste momento, em que a compra desses insumos estão difíceis. Tivemos vários pregões desertos, ou seja, sem a presença de empresas interessadas em participar. Isso afeta muito o hospital””, destaca a Superintendente do HUCF, Príscilla Izabella Barros de Menezes. 

(foto: Mauro Ferreira/Record)

 

sexta-feira, 30 de abril de 2021

ENTREVISTA: RUY E RAQUEL MUNIZ- SOEBRAS EM DESTAQUE NO MEC

 


Escolas da Soebras do Norte se destacam em avaliação do MEC

Unidades de Montes Claros e Janaúba conquistaram nota 4 no índice de desempenho, com boa classificação em todos os critérios

Da Redação
O NORTE


O Ministério da Educação (MEC) divulgou nesta sexta-feira (23) os resultados do Índice Geral de Cursos Avaliados da Instituição (IGC) 2019. O indicador mede a qualidade das instituições de ensino superior (IES) no país. Nesta avaliação, apenas 2,2% das 2.070 IES brasileiras públicas e privadas avaliadas obtiveram a nota máxima, que é 5.


Considerando o total das instituições de educação superior avaliadas, 21,64% se enquadraram na faixa 4, segunda maior do IGC. E é nela que estão as instituições da Plataforma I da Rede Soebras, no Norte de Minas: Centro Universitário Funorte, Fasi e a unidade de Janaúba.

Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), os resultados foram calculados para 2.070 instituições, considerando os 24.145 cursos avaliados entre 2017 e 2019.


Do total de instituições que participaram da pesquisa, 87,1% (1.801) são privadas e 12,9% (269), públicas. A maioria (73,1%) é composta por faculdades, seguida dos centros universitários (15,6%) e das universidades (9,4%). Por fim, estão os institutos federais e centros federais de educação tecnológica, que, juntos, representam 1,9% das instituições de ensino com o índice atribuído nesta edição. A concentração na faixa 3 abarcou mais da metade das instituições avaliadas (63,77%).

Os dados divulgados revelam que das 1.507 faculdades com IGC, 83,4% ficaram nas faixas igual ou acima de 3. Já quando se trata dos 326 centros universitários, o percentual correspondente às três faixas de maior desempenho é de 98,5% (321). No caso das 197 universidades, 99% (195) alcançaram desempenho nas faixas de 3 a 5. Dos 40 institutos federais e centros federais de educação tecnológica, 65% (26) ficaram na terceira e 35% (14) na quarta faixa do IGC. 
 
PLATAFORMA I
A rede no Norte de Minas conta com 12 unidades de ensino: nove em Montes Claros, uma em Pirapora, uma em Janaúba e uma em Januária. Esses campi reúnem cerca de 6 mil alunos em 40 cursos de graduação e inúmeros de pós-graduação em todas as áreas do conhecimento.

Para os fundadores da rede de ensino da Soebras, Raquel e Ruy Muniz, o resultado positivo é reflexo de um trabalho de excelência, com investimentos em infraestrutura e busca de um corpo docente de alto nível para que o aluno tenha uma formação ampla, humanizada e voltada para o mercado de trabalho.

É com eles a nossa Entrevista deste sábado.
 
A que vocês atribuem o bom desempenho das instituições de ensino superior do grupo Soebras, Plataforma I, no Índice Geral de Cursos Avaliados da Instituição (IGC) 2019?

Raquel Muniz: A comprometimento da equipe como um todo, do nosso corpo docente e administrativo. Aliado a isso, a instituição sempre esteve atenta às transformações e demandas da sociedade, bem como trazer inovações e metodologias que agregassem ao ensino.
Ruy Muniz: É sempre resultado de um trabalho sério, comprometido, onde a comunidade acadêmica responde satisfatoriamente. Isso é o que nós fazemos há 41 anos em nossas vidas de professores. Trabalhamos com cursos de excelência, profissionais comprometidos e o resultado aparece. Por isso, estamos entre as melhores instituições de ensino superior do Brasil. Nosso grupo conseguiu 23 notas 4.

A análise do Inep leva em conta vários tópicos para avaliar o desempenho das instituições de ensino superior. As instituições do grupo se sobressaem em algum tópico específico? Ou o resultado foi bom em todos os indicadores?

Ruy Muniz: Ficamos muito felizes porque praticamente em todos os indicadores nós saímos bem: indicador de infraestrutura, de corpo docente, de desempenho dos alunos. E tem um índice muito interessante que vai sair daqui a pouco que é o índice de desempenho do discente (IDD). Tradicionalmente, nossas escolas saem muito bem. É o índice que mede o quanto a escola acrescenta à formação dos seus alunos. Aqui no Norte de Minas, nosso IDD é 4. É IDD fantástico, um dos melhores do país. Nós atribuímos esse desempenho satisfatório ao comprometimento da direção, do corpo docente, do corpo técnico-administrativo e especialmente dos nossos alunos, que são pessoas que querem muito melhorar sua vida através da educação. São pessoas que acreditam que a educação transforma a vida deles. Por isso fazem um curso superior, investem em um curso superior, que dará resultados e muda a vida deles e da família. 
 
Quais as diretrizes do grupo na gestão das IES para que possam chegar a tal patamar?

Ruy Muniz: O bom desempenho de uma instituição de ensino superior é o reconhecimento pelo mercado, é as pessoas saberem que estão estudando em uma escola séria. A nossa orientação geral para todos é continuar um trabalho sério, sempre levando em consideração os três pilares que nós mais defendemos em nosso grupo. Primeiro, do aprender fazendo. Não existe a possibilidade de a pessoa fazer um curso superior só na teoria, só demonstrativo. É importante que os alunos, os professores e os coordenadores realmente abracem com a sociedade, levem a prática para todos os cantos da cidade, e façam realmente a diferença do aprender fazendo. Outro pilar que trabalhamos muito é o aprender com alegria, aprender se divertindo, aprender brincando, aprender jogando. A gameficação é uma realidade no nosso grupo. Olha aí o projeto Zirc, que realmente trouxe o lúdico para as nossas escolas. E o terceiro pilar é o da inclusão, que aqui todo mundo pode estudar. O dinheiro não pode ser barreira para as pessoas. Os alunos estudam, daqui a pouco conseguem estágios, empregos, conseguem ter poder aquisitivo para pagar suas escolas. Aqui, a gente facilita muito para que o aluno consiga um financiamento próprio, ou mesmo um financiamento do governo, através do Fies ou do Prouni. Esses três pilares são nossa diretriz maior nas nossas escolas em todo o Brasil.

Qual a importância de as unidades de ensino apresentarem esse bom desempenho?

Raquel Muniz: O bom desempenho mostra que as instituições estão preparando profissionais qualificados e humanizados para o mercado de trabalho. Isso na perspectiva das nossas instituições é fundamental, porque “entregar” profissionais preparados implica que estes profissionais vão oferecer “serviços” de forma ética, eficaz e com foco no bem-estar do outro.
 
O que esse resultado representa para os alunos?

Raquel Muniz: O reconhecimento da instituição leva o mercado de trabalho a olhar com outros olhos os profissionais formados por ela, e isso, para o acadêmico, para o recém-formado, é muito significativo ao se colocar como profissional neste mercado tão concorrido e exigente.

Ruy Muniz: Esse resultado positivo representa para os nossos alunos que eles estão estudando em uma escola de excelência. Uma escola que realmente tem modificado a vida deles. Por isso, eu tenho certeza que é satisfação garantida para nossos alunos estudar nas escolas da Funorte e da Rede Soebras.
 
Há previsão de mais investimentos nas IES ainda para este ano, como criação de novos cursos, ampliação ou reestrutu-ração de unidades?

Ruy Muniz: Estamos sempre investindo em nossas unidades educacionais, na criação de novos cursos, implantação de novos laboratórios. E isso não poderia ser diferente aqui na Plataforma I. Nosso projeto para 2022 é implantar o curso superior de Agronomia, um curso que vai fomentar mais ainda o agronegócio no Norte de Minas. Outros cursos serão na área de Comunicação Social. Nós, que fomos pioneiros em trazer o Jornalismo, agora estamos trazendo também os cursos de Publicidade e Propaganda, de Rádio e TV e o curso de Marketing. Esses cursos vêm completar esse leque, porque nós conseguimos a liberação do Canal Universitário de Montes Claros. Esse canal universitário, que é um sucesso em BH, será um sucesso também no Norte de Minas. E vai abrir muitas frentes para os jovens que sonham com essa democratização que está ocorrendo com os meios de comunicação. 

SHOPPING EXPÕE "ENTRE MÁSCARAS, de MÁRIO SOARES


 “Entre Máscaras”

Exposição no Montes Claros Shopping traz reflexão sobre um dos símbolos da pandemia

 

Instalada no Montes Claros Shopping, a exposição “Entre as Máscaras” convida os visitantes a fazerem um recorte do cotidiano e refletirem sobre o momento atual, em que a máscara além de ser um acessório de proteção individual e coletiva,  fundamental na luta contra o coronavírus se tornou um símbolo de cuidado.

 

São  oito telas, na dimensão 85 cm x 65 cm do artista norte-mineiro Mário Soares que podem ser conferidas na loja ao lado da Track & Field de segunda a sábado, das 10h às 21 horas e aos domingos e feriados, das 10 às 20 horas.

 

A série ilustra cenas atuais e tem como intuito conscientizar as pessoas sobre a importância do uso da máscara para proteção individual e coletiva.  As obras ainda provocam a reflexão sobre quem está por trás delas, suas histórias e sentimentos.

 

A partir da proposta que recebi do Montes Claros Shopping, iniciei o desenvolvimento das obras, trazendo momentos do cotidiano nos quais as máscaras passaram a fazer parte como a compra no supermercado, o passeio com o pet, um programa com a família. Ilustrei também um casal em cerimônia de casamento e uma violoncelista em homenagem aos músicos. Além disso, retratei algumas profissões da linha de frente em que uso da máscara é muito importante como na obra “O Médico” e a obra “A Jornalista”.Na série em exposição, a obra “Fada Bailarina” é uma releitura da obra "Bailarina de catorze anos", do artista Edgar Degas e foi desenvolvida para um concurso do MASP - Museu de Arte de São Paulo, sendo premiada pelo mesmo” detalha Mário Soares.




 

 

Sobre o artista Mário Soares:

 

Filho de agricultores, até os 18 anos Mário viveu no sítio da sua família no campo. Apaixonado por desenhos desde a infância, ele sempre sonhou em seguir essa profissão de desenhista. 

 

Aos 20 anos partiu da sua cidade natal Bocaiúva (MG) em busca desse sonho. Ele viveu em cidades como Muriaé (MG), Belo Horizonte (MG) e Florianópolis (SC).

 

Em 2017, após se formar em Design de Moda na Escola de Belas Arte da UFMG, ele passou uma temporada na Itália. Onde aperfeiçoou seu olhar sobre a Arte, a Moda e Design. Retornando ao Brasil, iniciou seu trabalho como Designer de Estampas Têxteis, atuando para diversas marcas de moda e renomados estúdios brasileiros e italianos. Neste mesmo ano também tornou-se co-fundador da Fratelli Ateliê, uma casa de aluguel de trajes de festa na sua cidade natal.

 

Em 2019 foi morar em Curitiba (PR) e tornou-se co-fundador do estúdio curitibano de criação de estampas Rapó Creative. Ao longo dessa sua vivência em diversos lugares, Mário Soares frequentou diversos cursos e imersões de Arte, Moda, Design e Empreendedorismo.


Todas estas experiências e conexões com pessoas, locais e cultura refinaram o traçado estilístico do artista e despertaram o amor por contar histórias por meio de ilustrações. Esta paixão por narrativas foi o pilar para a criação da Galeria Mario Soares que surgiu em 2020. Um ambiente com propósitos de contar histórias, resgatar memórias e levar arte brasileira ao maior número de pessoas, nos mais diversos locais do mundo!.

 

Com a criação da Galeria Mário Soares recebeu convite para ilustrar o telão do Programa Encontro com Fátima Bernardes na Rede Globo, suas ilustrações ficaram expostas no programa por uma semana. Além disso, ele foi o Ilustrador convidado pela Revista Casa e Jardim para Ilustrar a Edição da Revista do Mês de Setembro.

 

O artista de estilo neonaif Mário Soares usa uma técnica contemporânea de pintura digital com uma linguagem visual moderna. Ele trabalha com temas que retratam o cotidiano das pessoas a partir das suas memórias afetivas somadas às experiências, conversas e observações de suas vivências em viagens feitas no Brasil a fora. Suas ilustrações são produzidas com impressão de alta qualidade (fine art) sobre tecido. Com muito primor pelos detalhes, estes acabamentos deixam suas obras ainda mais ricas e contemporâneas.

 

  

Contatos para a Imprensa:

Assessoria de imprensa/ Ana Maria Barbosa

EXÉRCITO E FUNORTE- RUY MUNIZ RECEBE HOMENAGEM

 


EXÉRCITO E FUNORTE - RUY MUNIZ RECEBE HOMENAGEM

Diana Maia  (jornalismoimparcial.blogspot.com)

Montes Claros/Norte de Minas

Em comemoração aos 45 anos da existência do Batalhão Dionísio Cerqueira (55º BI), e o dia 19 de abril, data  que homenageia a força e presença do Exército Nacional Brasileiro, 373 anos de história, como entidade de proteção do território e nação brasileira em memória da Batalha dos Guararapes, foi realizado, no 55º BI, na última sexta-feira (23), uma solenidade, com a presença de poucas pessoas, devido a pandemia, sendo entregues as medalhas de Ordem do Mérito Militar Grau Oficial ao 1º coronel R1 Aristóteles Martins Rocha, medalha passador de bronze aos 10 anos de serviço para o capitão Marques Cunha e Medalha passador de ouro aos 30 anos de serviço ao Ten. Almeida.


Na oportunidade o Professor e médico Ruy Muniz, fundador do Centro Universitário Funorte, foi agraciado com o Diploma "Amigo do Batalhão". No Projeto do Centro Universitário Funorte, em Parceria com o Exército Brasileiro, foi promovido a oportunidade da realização de um vestibular específico para militares do Exército, seus cônjuges e filhos.

O Tenente-Coronel Hildelgard Borba de Vasconcelos, recém chegado do Estado Maior do Exército, reportou sobre a parceria com a instituição de ensino. “Sempre tivemos um contato muito próximo com diversas instituições da sociedade montes-clarense, tanto da esfera pública quanto da esfera privada. E neste campo se destaca este ano a parceria que estabelecemos com a Funorte em dois seguimentos. O primeiro, com relação ao atendimento à parte da sociedade que se encontra em situação de insegurança social por meio do projeto Soldado Cidadão. Damos suporte a 200 crianças que estudam em escolas municipais de Montes Claros e, no contraturno escolar, vêm para o Batalhão para realizar atividades desportivas, natação, basquete, vôlei, futebol, reforço escolar em matemática e português, com almoço e lanche para todos”, explica.


Para esse projeto, a Funorte tem designado estagiários para apoiar tanto na prática desportiva quanto no reforço escolar. “Além disso, nós obtivemos da Funorte a oportunidade da realização de um vestibular específico para militares do Exército, seus cônjuges e filhos. Participaram 50 militares, todos contemplados com bolsa de 40% de desconto nos cursos em que optaram realizar. E como forma de estimular o estudo, foi oferecida pela Funorte uma bolsa de 90% para o primeiro colocado nesse concurso. O militar Welerson Adriano recebeu das mãos do professor Ruy Muniz essa bolsa”, diz o tenente-coronel.

Texto: Diana Maia

 Fotos: Léo Queiroz