domingo, 29 de março de 2015

LUTO no JORNALISMO: BEATRIZ THIELMANN

Jornalista Beatriz Thielmann morre aos 63 anos

Repórter da Globo lutava contra um câncer. Beatriz tinha mais de 30 anos de carreira

 postado em 29/03/2015 19:21 / atualizado em 29/03/2015 19:26
 Diário de Pernambuco


Morre aos 63 anos a jornalista Beatriz Thielmann, neste domingo (29), em São Paulo, após luta contra um câncer. Ela estava internada no Hospital Sírio-Libanês, na capital paulista. Beatriz tinha mais de 30 anos de carreira e trabalhou na TV Globo com apresentadora dos telejornais Bom Dia Brasil, Jornal da Globo, Jornal Nacional, Globo Repórter e GloboNews. Ela deixa dois filhos.

A jornalista Beatriz Helena Monteiro da Silva Thielmann cobriu importantes acontecimentos do país, e ao longo dos anos, se dividiu entre as áreas de cidade, economia e política. Ela foi a primeira repórter da Globo a entrevistar Fidel Castro, em 1987. Também participou da cobertura da eleição e morte de Tancredo Neves, a implantação do Plano Cruzado, a Eco-92, os Jogos Pan-Americanos e a visita do Papa Francisco ao Rio de Janeiro.


Ela ainda escreveu o livro De mulheres para mulheres (2003), com a médica Odilza Vidal. A obra conta novidades da medicina para mulheres acima dos 40 anos. No cinema, dirigiu e roteirizou dois documentários: O Bicho Dá. O Bicho Toma (2005), e Vento Bravo, em 2007, sobre a história de Edu Lobo.

Há informações de que o corpo será levado para o Rio de Janeiro, onde será velado e cremado.


UM GRANDE ENCONTRO!

UM GRANDE ENCONTRO!

PAULINHO  e IRMÃ GUIDO. Boas histórias e um registro deste belo momento de 2015.




DOMINGO de RAMOS

DOMINGO de RAMOS.....

O Domingo de Ramos celebra a entrada de Jesus em 
Jerusalém montado em um jumentinho – o símbolo da 
humildade – e aclamado pelo povo simples, que o 
aplaudia como “Aquele que vem em nome do Senhor”. 




FOTOS: ALBERTO SENA
CENÁRIO: PRESÉPIO NATURAL MÃOS de DEUS, EM GRÃO MOGOL-MG


Da FOTOGRAFIA....

Da FOTOGRAFIA......


Extraído do site: A Notícia

#VerãoSC06/03/2015 | 06h01

Conheça histórias de fotos especiais e que expressam o verão

Para muitos profissionais, estação é uma das preferidas para bons cliques

Conheça histórias de fotos especiais e que expressam o verão Felipe Carneiro/Agencia RBS
Feita sem pretensão, foto da cavalgada na poraia do Rosa rendeu capa da Revista de VerãoFoto: Felipe Carneiro / Agencia RBS
Marjorie Basso
Sebastião Salgado, Jr Duran, Henry Cartier Bresson, Robert Capa, Annie Leibovitz. São vários os fotógrafos proeminentes mundialmente e suas especialidades. Há os que lidam como ninguém com a dor, retratando composições de guerras, miséria e desesperança como maestros que regem uma orquestra de caos. Mas há também aqueles peritos em enaltecer a beleza de celebridades, paisagens, momentos e, é claro, o verão.
Para muitos amantes da fotografia, o verão é a melhor época do ano para fotografar. É quando as cores tomam conta das ruas, há vida e alegria em todas as praias, parques e esquinas.
Nesta última edição da temporada da Revista de Verão, destacamos cliques que tem tudo a ver com a estação. Confira a seguir como foram pensadas e feitas algumas das mais belas fotos que refletem o verão, além de dicas para aprimorar cliques.

PACIÊNCIA
O sol laranja se pondo no horizonte e cavalos estalando suas fechaduras sobre a areia branquíssima. A imagem de atmosfera marroquina é na verdade um clique despretensioso de uma cavalgada da praia do Rosa, em Imbituba.
Feita sem essa intenção inicial, a fotografia foi capa de uma edição da Revista de Verão há três temporadas e se tornou o xodó de seu autor e até de colegas. Quando a imagem foi publicada não faltaram elogios exaltados.
Felipe Carneiro, 35 anos, é antes de qualquer outra coisa um entusiasta da fotografia. Tem nela sua profissão há uma década e meia, mas faz porque gosta e acha que tem a obrigação de fazer bem, muito bem.
Ao mesmo tempo em que é um obstinado, é um fotógrafo de fala mansa e crê na paciência. Esperar o momento certo, segundo ele, é o primordial para fazer uma foto excelente ao ar livre.
Foi o que ocorreu durante a cavalgada no Rosa. O passeio já deveria ter terminado, mas o grupo continuou sacolejando para que ele pudesse garantir uma foto boa. Não precisava ser excelente, apenas boa.
Quando chegou a Imbituba a equipe da revista sequer imaginava que iria fazer matéria sobre o passeio. Foram aos poucos descobrindo os atrativos da região e a cavalgada surgiu como um deles.
— Eu saia a cavalo na frente e ficava esperando para fotografar o restante do grupo. Mas àquela altura o sol já estava se pondo e eu não queria fazer um contraluz (quando apenas a silhueta das pessoas aparece) — lembra.
Felipe recorreu mais um pouquinho à boa e velha paciência e eis que uma verdadeira tela se formou. Tudo estava devidamente encaixado e o sol ainda contribuía.
— Comecei a pirar naquela imagem, uma coisa meio Marrocos, e saiu — sorri.
Além de cores e contrastes, a foto tem o que Felipe diz ser imprescindível para imagens de paisagem, "um elemento humano" para dimensionar o local.
— Aprendi isso com um editor de foto. Uma árvore pode ter vários tamanhos, mas pessoas são sempre pessoas. Com gente em uma imagem você terá total noção do tamanho de cada elemento — explica.
LUZ
Mais que paciência, porém, fotografia também é muita pesquisa e treino. O principal objeto de estudos dos fotógrafos profissionais e algo que deve ser amplamente dominado é iluminação. Saber ler um cenário conforme a luminosidade é o principal da foto.
Hoje, com esse olhar treinado, fotógrafos procuram fazer imagens externas nos melhores horários do dia. Claro que nem sempre isso é possível.
Em uma foto recente para revista Donna, Felipe precisou driblar o sol do meio-dia incidindo diretamente sobre a modelo. A solução foi usar um rebatedor. O resultado foi uma imagem que parece ter sido capturada nas primeiras horas da manhã.
— Fotografia é o mínimo de dom, o mínimo de arte e muita pesquisa e estudo — sintetiza.
Claro que assim como em outras profissões, os fotógrafos contam um pouco com a sorte ou não. Há ocasiões em que o flash disparado pelo concorrente, por exemplo, coopera com a imagem capturada.
Em outras, o fotógrafo deixa de captar uma paisagem que em determinado dia estava perfeita e perde a foto:
— Isso me aconteceu há uns 10 anos. Na hora não havia como parar para fazer a foto. Fiquei voltando ao mesmo lugar no mesmo horário até um ano depois e nunca consegui aquela cena — lamenta Felipe.
RESGATE DO PB


Os primeiros experimentos em fotografia datam do século 11. Mas foi só em meados de 1800 que começaram de fato as primeiras impressões de imagens captadas por meio de câmara escura. Quando surgiu, próxima do que viria a se tornar, a foto era em preto e branco. Muitas décadas se passariam até que fosse lançado o filme colorido.
Os avanços foram infinitos nesse aspecto, com filmes que prometiam cores mais vibrantes até chegar a fotografia digital e o uso de filtros e edição para realçar as cores. Ainda assim, a fotografia PB tem entusiastas que veem nela mais poesia. Sebastião Salgado é um dos adeptos mais famosos do gênero.
Com 20 anos de profissão, Charles Guerra é um fotojornalista que gosta de pensar em preto e branco. Seus cliques favoritos inclusive foram feitos em cores e depois transformados:
— É um desafio para quem fotografa. Ler as luzes, conseguir saber onde você enxerga a luz da foto e ter todos os contornos e contrastes que se busca a ponto de conseguir transformar uma foto em PB.
Esse olhar é algo que precisa ser aprimorado com o tempo. Guerra comenta que quando olha para uma imagem já começa a desenhá-la mentalmente, em 80% dos casos em preto e branco.
Uma de suas fotos favoritas foi feita na praia de Jurerê em 2013. Detalha a leveza de uma artista do Cirque du Soleil em férias na cidade que aproveitou para treinar saltos na beira do mar.
— A luz permitiu ter essa dimensão de preto, branco e cinza importante para quando se quer transformar uma imagem em preto e branco.

RECEBIDO.....de um amigo.....

RECEBIDO 

de UM AMIGO, um POEMA  do SAULO RAMOS. Vale a pena transcrever. ESPETACULAR! Obrigada!!

A memória do que fui
sem a consciência de o ter sido
a memória dos dias
em que sorri e esperei
a memória sem lembrança
do princípio
quero-a em minhas mãos
para ver como se comporta
esse animal raro: o resumo do que sou.

NÃO DISPENSO - II.....

NÃO DISPENSO -II....

BOA COMPANHIA e CALDO DE MILHO. DELICIOSO!!!!

Com PEDRO e PONCIANO em GLAUCILÂNDIA




NÃO DISPENSO.....

NÃO DISPENSO...

....uma bela vista!!!!


HOJE É DIA DE....

HOJE É DIA DE....

Lembrar JESSÉ, um cantor que eu amo, cantando em inglês, sob pseudônimo de TONY STEVENS, ou em português. JESSÉ faleceu em 29/03/1993, de acidente automobilístico, quando retornava de um show.O Brasil perdeu uma de suas grandes vozes. Inesquecível!




sábado, 28 de março de 2015

TEXTO CONVIDADO: MARA NARCISO

TEXTO CONVIDADO: MARA NARCISO



Respeito até o fim, ainda que se perca tudo pelo caminho

Mara Narciso



Todo mundo quer escrever sobre o recente livro de Glorinha, acadêmica da Academia Montesclarense de Letras, Maria da Glória Caxito Mameluque, e sua filha Christina Mameluque Lúcio, co-autora, embalados pelos furtos do Mal de Alzheimer e agarrado na desnudada coragem das autoras. Elas vêm a público explicar como têm enfrentado, e quais os recursos utilizados no convívio com essa demência senil, que vai levando o espírito pouco a pouco, deixando o físico, ainda que este também se deteriore rapidamente. É fácil se enternecer com o desamparo de uma criança, mas ficar condoído por um idoso zanzando pela casa, repetindo uma pergunta, tendo comportamentos inadequados, é preciso, alertam as autoras, esposa e filha de Pedro Mameluque Mota, afetado pela doença, de bastante amor. Paciência é necessário, porém insuficiente.
O primeiro capítulo é comovente. Resume as sutis alterações imperceptíveis, notadas no retrospecto, até mudanças mais graves, mentais e de comportamento, e as dificuldades da marcha e equilíbrio, arrancando lágrimas. Enxerga-se Pedro desaparecendo, indo embora, enquanto deixa saudades do que foi, do que fez e do quanto é duro vê-lo partir em vida, um pouco mais a cada dia. É dramático, é dolorido, potencializando, pela desconstrução da vítima, também o desmoronamento da família. Os fortes resistem, e a família de Glorinha resistiu. Ela fala das alterações de memória, as mais conhecidas, mas também das flutuações no humor, fala e compreensão, e das dificuldades de locomoção. Na opinião de Glorinha, ao contrário do câncer, deve-se ocultar do afetado a sua condição, pois não interfere na evolução da doença e em nada poderá ajudar em seu inexorável curso. O diagnóstico é clínico, e apenas a autópsia poderá dar o laudo definitivo. Os remédios são paliativos, e tentam retardar a evolução do mal.
A nobre intenção das autoras é reduzir o medo, o preconceito, e contribuir com sugestões de como cuidar e aceitar a perda irremediável do ente querido, que pode viver por muitos anos com esta doença degenerativa. A história corre despejando emoção, pingando corajosas lágrimas, lavando a alma das autoras, dando apertos no coração de quem lê. Toda a família se envolve nos cuidados, impondo a verdade de que o amor tudo suporta, ainda que afogado por desespero e desalento momentâneos. A família optou por organizar a vida em torno da doença do marido, pai e sogro, para lhe dar uma vida digna em todos os sentidos. A tônica dos cuidados é respeitá-lo, sem contrariá-lo e nem tratá-lo como criança. No começo levando-o às viagens, pois a família já viajou muito, e, depois de oito anos, segue uma rotina, buscando inseri-lo dentro do possível, em algum contato social. A casa foi reestruturada, o casal se mudou para o térreo, a filha Christina com o marido Lúcio e o filho Fernão mudaram-se para lá. Um apoio indispensável agora. Glorinha, diante da impossibilidade do marido dirigir, voltou a fazê-lo.
Christina faz seu relato de filha, sendo admirável seu equilíbrio, suas ações, sua paciência.  O apoio é total, numa narrativa amorosa e sincera. Mostra, sem escancarar, seus cuidados e atenção ao pai, pessoa de modos gentis e discretos, mesmo doente. Dedicada, abre mão do próprio conforto, para ajudar sua família montada sobre valores cristãos. Os quatro filhos de Glorinha e Pedro, Gustavo, Leopoldo, Christina e Patrícia apresentam suas visões e contribuições no tratamento daquele homem generoso, que foi prefeito de São Francisco por duas vezes, e trabalhou como advogado por mais de 50 anos, recebendo homenagens pelo trabalho junto às famílias e aos encarcerados.
Destaco o relato de Jorge Lúcio, seu genro, que foi de uma sinceridade constrangedora, de tão bela. Como é bonito ver pessoas que se respeitam, que se amam, que reúnem esforços na dor, para se manter de pé, de forma equilibrada. Sei que há momentos de se descabelar, de se revoltar, de impacientar-se. De mãos dadas, pode-se ir muito longe, e com mais segurança do que quando se vai só. Nisso, agarrados uns aos outros, e pisando no alicerce de concreto forte, a família construída por esse casal Glória e Pedro, torna possível, se não mudar o desfecho, ladrilhar com flores o pedregoso caminho.
Glorinha Mameluque formou-se em três cursos superiores: enfermagem, direito e psicologia. Discreta, e com muitos livros publicados, sentia nela a auto-censura. Aqui, tal fato desaparece, mantendo seu estilo elegante, de mulher bem amada, revela tudo sem revelar demais. O lado penoso da higiene corporal, considerado o lado feio de qualquer doença, especialmente numa pessoa que, com o tempo, perde o controle do seu corpo, não foi ocultado.
Fiquei recompensada em ler o livro, útil, esclarecedor e tocante, com depoimentos dos que cercam Pedro, carinhosamente, além da sessão de fotos em que celebram a vida antes, e depois da doença, e mais a parte médica, com dados explicativos do mal. “Sabemos quem ele é: Convivendo com o Alzheimer”, conta muito mais do que a dor de uma família que perde seu pilar, sua referência, sua maior marca. Mostra uma história de amor. Parabéns à família Caxito Mameluque!
28 de março de 2015

sexta-feira, 27 de março de 2015

PAUSA para a GINÁSTICA!!!

PAUSA PARA A GINÁSTICA









ENCONTRO de PREFEITOS do NORTE de MINAS - Dzaí.com.br :: Manifeste o seu mundo.

ENCONTRO de PREFEITOS do NORTE de MINAS - Dzaí.com.br :: Manifeste o seu mundo.

Acesse o link acima ou:

www.dzai.com.br/marciavieirayellow10/mypage/foto

e veja todas as fotos do evento:

ELEIÇÃO AMM: ANTÔNIO JÚLIO recebe APOIO

ELEIÇÃO AMM 

ANTÔNIO JÚLIO recebe APOIO


ANTÔNIO JÚLIO, Prefeito de PARÁ de MINAS, esteve recentemente em Montes Claros e recebeu adesão de vários prefeitos do Norte de Minas. Foi recepcionado pelo Prefeito RUY MUNIZ, pela Deputada Federal RAQUEL MUNIZ, Secretário da SEDRU, TADEU MARTINS LEITE  e Vice-Prefeito ZÉ VICENTE. A eleição acontece em BH e ANTÔNIO JÚLIO é favorito.Na foto abaixo, o Prefeito de Para de Minas em visita à  Montes Claros:   

Da SÉRIE: SELFIE!!!

Da SÉRIE: SELFIE!!


Com o candidato a presidência da AMM (ASSOCIAÇÃO MINEIRA  de MUNICÍPIOS), Prefeito de PARÁ  de MINAS, ANTÔNIO JÚLIO!
A  eleição acontece no próximo dia 31 de março, na sede da AMM  em BH. ANTÔNIO JÚLIO é favorito e conta com importantes apoios políticos.
Boa sorte, Prefeito!