quarta-feira, 22 de julho de 2015

OPINIÃO: NÃO À CONIVÊNCIA

 OPINIÃO
  
NÃO À CONIVÊNCIA!

Por Márcia Vieira Yellow

Muitas coisas me soam estranhas no universo. Por mais que eu viva, e por mais que o mundo se altere, certas situações não me serão familiares, não obstante a luta diária para compreender a miséria humana. Até porque, nem eu nem ninguém estamos livres de uma ou outra pequeneza. 

No universo público, embora tudo seja tratado como possível, ainda me surpreendo com as ações mesquinhas levadas a efeito por aqueles que se colocam como nossos protetores, defensores da lei, da boa conduta, da moralidade e sobretudo, da justiça. Quando da chamada "justiça" se origina a desordem, o caos, a violência moral e a subtração de direitos humanos, unicamente por motivos (quase) escusos e pessoais não resolvidos (por motivos pessoais, leia-se frustrações, sentimentos de inferioridade e complexos que não foram tratados a tempo e hora no divã), a nossa sensação de habitarmos um mundo sem conserto cresce assustadoramente.

Todavia, quando vislumbramos em meio a tantos escambos, alguém que opta pelo caminho mais difícil, entretanto, o correto, do enfrentamento positivo, meu coração pulula de alegria e agradece a Deus por nem tudo estar perdido.

Essa posição de desafio tem marcado a gestão do prefeito de Montes Claros, Ruy Muniz. Por causa dela, da ousadia de enfrentar quem se acostumou a não ser enfrentado, tem sofrido perseguição implacável dos que se julgam representantes de Deus(e não do povo) nesta terra.

São balões e balões de ensaio jogados ao vento para desconstruir uma administração que caminha a passos firmes, que traz resultados. E pasmem, com a anuência daqueles que eu e você pensávamos tempos atrás, que ocupavam cargos sérios e comprometidos com fatos e não com personagens.

Soltos no ar, sem rumo, sem direção, os balões de ensaio apenas cumprem a função de serem vistos, comentados. Trocando em miúdos, as notícias são ofertadas como bombas para uma meia dúzia de pessoas. Vazias, equivocadas, distorcidas, aparecem com títulos chamativos e nenhum conteúdo. Para os que soltam os balões, o objetivo foi cumprido.

Para aqueles que recebem, basta absorver e propagar aquilo que lhes interessa, ainda que tenham entrado em contato com a verdade que fingem não ver. A submissão, a conivência de representantes de órgãos que não são MINISTÉRIOS de Deus  com ATOS que desrespeitam seres humanos, extirpa destes (os humanos) a possibilidade mínima de uma vida com decência e dignidade.

No dicionário dos que subtraem a dignidade humana e usam de artifícios para proteger plano macabro de "tomar o poder" que não lhes foi concedido, tem a letra A de AMORAL, tem F de FURTO, tem G de GUILHOTINA, mas curiosamente foi extinguida a letra "H", de Homem, de Humano, de Humildade, Hombridade, Honestidade, Honradez. Pularam direto para o "I", de Imoralidade, Indecência, Insanidade, Incorreção, Indignidade, Indisciplina, Insubordinação, Inidôneo, Involução, Indecoroso, Infame, Ignóbil.

Há uns poucos, mas em número suficiente, que conhecendo a conduta repulsiva de seres abjetos, não se recolhem às suas cascas. Ao contrário, avançam em direção ao objetivo de propiciar aos demais, o conhecimento da verdade, ainda que muitas vezes ela seja deliberadamente escondida da população justamente por aqueles que cumprem o papel de informar. 

É esta conduta, de trilhar correta e incansavelmente o caminho, que tem pautado a administração do prefeito Ruy e o mantido sóbrio no exercício do cargo, agindo para que a cidade não fique à deriva e muito menos à mercê dos que ornam a face cínica e cruel com a máscara de "fiscalizadores da lei".





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