sábado, 7 de junho de 2014

O DIA MAIS TRISTE....

07 de JUNHO... 

HÁ 10 ANOS,  a data mais triste do mundo!


As flores do jardim da nossa casa
Morreram todas de saudade de você.
Não posso mais olhar nosso jardim
Lá não existem flores, tudo morreu pra mim...
As nuvens brancas se escureceram
E o nosso céu azul se transformou
O vento carregou todas as flores
E em nós a tempestade desabou...
O CÉU DESTE DIA É TRISTE, MELANCÓLICO, DIFERENTE..


sexta-feira, 6 de junho de 2014

OBRIGADA, TIÃO MARTINS!!!!

E A "QUEDA" RENDEU...

Meu amigo de boa cepa, TIÃO MARTINS, de BH, me surpreendeu agora com uma crônica maravilhosa. Amei. Fiquei com feliz com as suas observações. Ontem falei que até o dia 25 quero ganhar presente todos os dias. Não apenas eu. Lembrem-se da HELEN SANTOS  e  do ALDECI XAVIER, meus colegas de níver. Eles querem também. Mas hoje vou curtir o meu presente, tá! Obrigada, TIÃO. Adorei a surpresa. Que bom ter você como amigo, ver o seu carinho e generosidade quando se refere a mim.

A QUEDA DA YELLOW

MÚSICA de TODOS os DIAS??

QUAL MÚSICA ESCUTO TODOS OS DIAS E NÃO ENJÔO?

RESPOSTA:MUITAS. MUITAS MESMO, MAS VOU CITAR UMA. ESCUTO TODOS OS DIAS MESMO. Desde quando surgiu,1984. E não ENJÔO: RADIO GA GA, do QUEEN.
Ouça também! Vale a pena:








CONFISSÕES nada ADOLESCENTES- V

CONFISSÕES NADA ADOLESCENTES – V

A QUEDA!!!

Por Márcia Vieira Yellow


Caiu? Levante-se! É a regra, em qualquer situação. Quedas tem aos montes, reais ou fictícias. Como lidar com elas? Depende de cada um.  E eu caí. Não vou dizer que me espatifei, porque não é verdade. Foi uma queda suave, sem arranhões, sem dor e pasmem, sem constrangimento. Nossa, isso está ficando perigoso. Nem uma queda é capaz de me deixar constrangida!!!

Foi no salão de eventos do clube da Sociedade Rural. Ao me dirigir ao toilette, no meio do caminho não tinha uma pedra, tinha três degraus. E antes que os alcançasse, um chão escorregadio (o que será que eles passaram naquele chão?) me alcançou. Escorreguei, caí, mas meu vestido não me deixou na mão. Ficou comportadinho. Como disse Marly logo depois: “eu vi você dar uma voadora, mas foi com tanta classe que seu vestido ficou no lugar!”

Ao lado havia uma moça bem educada, que estava trabalhando no evento, com seu terninho preto. Ela me deu a mão, eu me levantei, olhei se não havia machucado e segui ao toilette. Na volta, como sou cabreira, pedi que ela me estendesse a mão novamente para não correr o risco de ir ao chão no mesmo local.  Uma vez, tudo bem. Mas cair duas vezes pela mesma coisa é burrice. E eu não tenho paciência para repetir burrices.

Pena não estar com a câmera na hora. Será que eu teria feito um selfie? Hummm..acho que não . Gostava de selfie quando a palavra não existia, quando fazíamos a própria foto por uma questão de praticidade e independência,  sem “pegar mal”. Hoje, como se sabe, o selfie virou uma coisa triste (tenho certeza que veio a mente de vocês exemplos próximos),  salvo raras exceções.  Recentemente Marcelo Lafetá, o cinegrafista, fez um selfie com a minha câmera que ficou bem legal. Estávamos uma turma em cidade vizinha e registramos o momento, sem poses caricatas, sem maquiagens e figurinos de circo, muito natural e sem exageros. Assim  é bom!

Já na noite da queda, seria melhor que o registro fosse feito pelo Dione ou pela Sil Mameluque, amigos e fotógrafos componentes de uma mesma mesa/turma durante o evento.  Tenho certeza que fariam uma foto incrível.

Ao voltar para o salão tomei o cuidado de avisar às mulheres sobre o chão escorregadio, afinal, uma queda por noite está de bom tamanho. E eu fui a sorteada, né Deus??!!! Um dia a gente tem que ganhar no jogo também. Ficar sempre com “azar no jogo e sorte no amor” é cansativo. Mas mesmo  no dia que ganhei no jogo, não dispensei a sorte no amor, não.  Ué, se Deus quis me premiar nas duas coisas é porque achou merecido. Eu é que não vou reclamar!!!!!

E aí dei uma circulada pelo salão, fiz alguns registros, recebi solidariedade e risos.  Encontrei Rafa Soares, um querido que há muito não via, o seu pai Nenzinho e o tio Romeu.  Bem que o Rafa poderia estar ao lado quando caí. A mocinha foi super gentil, mas  ele é um gentleman, que teria me levantado com toda pompa, sem dúvida. Encontrei a Clarice Neves, que disse: “ eu vi, mas não quis ir até lá pra não chamar atenção e na hora estava cumprimentando pessoas”(como é atenciosa essa Clarice, né gente?!).  O mais engraçado é que alguns falam com todo jeitinho, achando que você vai ficar sem graça. Tratei logo de avisar que não fiquei sem graça, que acho muito comum cair e que poderia acontecer a qualquer um. Aliás, em queda sou especialista. Já cai naqueles três degraus do Automóvel Clube (sempre três degraus. Acho que vou jogar no bicho!) e um belo dia depois de um almoço no AC, desci a rampinha e fui tropeçando, parecendo que procurava alguma coisa no chão.  Será que meu pé é pequeno para o meu tamanho? 

Tenho um amigo, o Duda, que sempre caminha olhando pra baixo. Um dia perguntei qual a razão daquilo e ele me respondeu: “é porque meu pé é pequeno para o meu tamanho, por isso eu tenho que olhar, senão caio”. Tem sentido. Vai ver o meu pé é assim.  Só não sei ao certo, porque ultimamente não tenho número específico. Tenho três sapatos do mesmo:  o primeiro comprei n° 38, depois comprei de uma vez um n° 37 (foi com ele que caí) e outro 39. Todos me calçam bem. Não me perguntem, porque não sei responder sobre esta mutação. Herança das passarelas? Pode ser. Já desfilei com sapatos de n° 36 à 40. Eu juro, com a mesma habilidade! E vou contar uma coisa: desde o meu primeiro desfile, aos 14 anos ( isso  já faz muuuuuito tempo) ,  eu me preparava para uma eventual surpresa. Pensava: se cair, levanto, tiro os sapatos e continuo o desfile. Nunca aconteceu, mas eu teria me saído bem, certamente.  


Pois bem, a queda em questão foi real, mas serve para ilustrar as reações diante de outras quedas: as que não pertencem ao mundo físico. Não vejo diferença entre uma e outra coisa. Claro que tudo que mexe com a alma  nos deixa mais sensíveis, às vezes frágeis, desconfiados. Mas tal qual as quedas do corpo, as da alma podem ser tratadas com destreza e naturalidade. Cair pode não ser uma escolha, contudo, ficar no chão ou levantar-se, é! E não há queda que deixe no chão, quem está acostumado a viver de pé! Questão de perspectiva.


quinta-feira, 5 de junho de 2014

JUNINOS GANHANDO PRESENTES....

JUNINOS!!!!!!
DESDE o DIA 2 estou GANHANDO PRESENTES. O PRIMEIRO foi de BIA ANDRADE. AMEI, MINHA AMIGA!! LINDO! Obrigada!!!




















Só QUE.... ISSO GEROU UMA OUTRA COISA...

MEUS COLEGUINHAS DE  ANIVERSÁRIO, HELEN SANTOS  e ALDECI XAVIER também querem presente. E o Aldeci mandou anunciar. Então é o seguinte, daqui até o dia D queremos presentes todos os dias, ok!!!!!


 




VISITA MATINAL à AMAMS......

VISITA MATINAL À SALA DE IMPRENSA DA AMAMS


ARTHUR JR., ADÃO, DANIEL, EDU BRASIL, COELHO E AÍLTON

CÂMARA TRAVA O PROGRESSO DE MONTES CLAROS

CÂMARA MUNICIPAL TRAVA O PROGRESSO DE MONTES CLAROS

Chega, pessoal!! Chega mesmo, de tapar o sol com a peneira, de fazer ouvidos de mercador, de ser gentil e esperar, esperar e esperar que as coisas mudem unicamente pela consciência de cada  ser humano.

É preciso que a população de Montes Claros saiba exatamente o que acontece nos bastidores da câmara municipal  da maior cidade do Norte de Minas. Você quer o Mocão?  Você acha que Montes Claros merece um centro administrativo?Você quer que o trânsito melhore e o transporte coletivo usual tenha alternativas?Você quer ruas pavimentadas? Você quer coleta de lixo  e destinação adequada de resíduos? Você quer um grande hospital operando inteiramente pelo SUS?

Pois bem, não teremos, a curto prazo, e talvez nem a longo prazo, esses e outros benefícios. Porquê??? Ora, porque a maioria dos nossos vereadores não trabalha para este fim, não tem compromisso com a população, com o trabalho para o qual foram escolhidos e juraram honrar. Fizeram das tripas coração para se eleger, para conquistar um cargo de status e boa remuneração. Foram eleitos. E agora frequentam e promovem inúmeras reuniões dentro e fora da cidade (que não são poucas e nem são baratas), ludibriando o cidadão menos esclarecido. Aprovam tudo que se refere ao próprio bolso, mas quando se trata de atender ao interesse coletivo,  enrolam, enganam, trapaceiam, descumprem o regimento. Esquecem-se da regra básica:  todo poder é passageiro.

Claro que toda regra tem exceção. Quando me refiro à câmara, não coloco todos os vereadores no mesmo patamar,  até porque cada um tem as suas peculiaridades, origens, pecados, inocências e atitudes das mais diversas. Muitos deles são pessoas da minha estima e consideração. E muitos deles se distanciam visivelmente daquilo que considero gente. Insensibilidade, ausência de preocupação com o outro, ausência de responsabilidade e compromisso, pecadores revestidos com a capa da inocência, que ostentam a sua face mais risonha para a plateia e no coração carregam o fel, a crueldade, a desfaçatez. 

A maior cidade do Norte de Minas tem um prefeito que pensa, que conhece de gestão, que sabe planejar e administrar, mas para isso, infelizmente, depende da boa vontade do legislativo. E como muitos sabem e outros fingem não ver, o legislativo anda com muita má vontade para trabalher em favor desta cidade. As reuniões já viraram piada há muito tempo. Imagino que em lugar algum do mundo aconteça coisa parecida. O capitão não tem o domínio da tropa e por isso, usa de artifícios e artimanhas para chegar ao seu objetivo: não deixar acontecer.

Então população, fique sabendo que tudo aquilo que vocês querem de bom pra esta cidade, quando não acontece ou demora a acontecer, tem nome e endereço certo: câmara municipal. É por lá que passam obrigatoriamente os projetos. E quando lá estacionam, parte dos que compoem aquela casa se julgam no direito de travar, impedir, atrasar, derrotar, derrubar. Os fins não são nobres, acreditem. O objetivo é apenas impedir que o prefeito faça, execute e administre bem, já que em contrapartida não sucumbe às descabidas e imorais exigências dos tais vereadores.  Política. Suja e rasteira, fiquem sabendo. 

Como cidadãos, temos a obrigação se descortinar este mistério que acontece semanalmente na câmara. Só pra terem uma ideia, no mais recente episódio, acrescentaram ao projeto do executivo (interesse da cidade) 39 emendas. Mas a estratégia nem foi necessária, porque o projeto foi derrotado de início. A partir dele seriam efetivadas as parcerias público-pivadas e a agência reguladora de saneamento. Mais uma vez, a câmara não usou de bom senso e deixou de fazer algo para e pela população.

Hoje, 05 de junho, o prefeito desta cidade, Ruy Muniz, tomou uma decisão sábia e comunicou à imprensa que todos os projetos de lei do executivo foram retirados da pauta e em seguida dois deles foram reenviados à casa. Sendo assim, nas próximas reuniões os vereadores deverão colocá-los na pauta de votações, apreciá-los, decidir e só então o executivo retornará com os outros. Entre estes outros, o que viabilizaria a construção do Hospital do Trauma, em terreno doado pelo município. A maquete está pronta, o governo estadual já cumpriu o acordado e municipio idem. 

Falta apenas o que? A aprovação pela câmara municipal. Quando? Não sabemos. Se  o presidente da casa deixar que a reunião aconteça em tempo devido, sem interrupçoes de baderneiros financiados para garantir a desordem no local,  e se houver quorum, porque uma das estratégias dos vereadores quando se vêem sem alternativas para adiar o que não pode ser adiado, é sair pela tangente. Levantam-se das suas cadeiras, dão um pulinho na cantina para um cafezinho ou um cigarro, vão atender à algum cidadão, enfim, qualquer coisa serve como álibi. Seria melhor que olhassem para os seus eleitores e revelassem: "eu saí do local no momento da votação porque não queria votar, porque não tenho intenção de contribuir para uma cidade digna". 

Assistir a tudo isso e não se manifestar? Saber como as coisas acontecem e fechar os olhos? Não mesmo. A isso, dá-se  o nome de "omissão", para mim o pecado maior da humanidade e contra o qual  estabelecemos uma luta diária e incansável. De novo, volto à pequena e indispensável msg de Luther King: "o que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons!"

Não sejamos coniventes com os procedimentos vergonhosos de gente(?) que carrega status de autoridade e atitude de covardes, porque estes não merecem nem mesmo deixar seus nomes gravados na história. São impronunciáveis.



40 ANOS TRANSMOC- Comemoração em MONTES CLAROS - Dzaí.com.br :: Manifeste o seu mundo.

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terça-feira, 3 de junho de 2014

REUNIÃO CODEMC 2014, em MONTES CLAROS- - Dzaí.com.br :: Manifeste o seu mundo.

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GECOM- SEMINÁRIO de COMUNICAÇÃO em MONTES CLAROS - Dzaí.com.br :: Manifeste o seu mundo.

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CONFISSÕES nada ADOLESCENTES IV- GECOM- muito bom!!!!

CONFISSÕES nada ADOLESCENTES - IV

GECOM - Muito bom!!!!


O GECOM, Seminário de Comunicação promovido na tarde desta segunda-feira, 02 de junho, pela MOSAICO COMUNICAÇÃO, sob a batuta de NÁGILA ALMEIDA, ROSÂNGELA ALVES e WESLEY GONÇALVES, foi um momento importante, sem dúvida, para a comunicação. Colegas estiveram reunidos para uma tarde de aprendizado e troca de ideias que no frigir dos ovos foi altamente positiva. Sucesso é uma palavra que pode ser usada para definir o evento. Participaram como palestrantes e moderadores, pessoas que se comunicam bem com o público, cada um à sua maneira: João José Forni, cuja palestra não assisti por ter outro compromisso de trabalho, Cristina Assis, João Henrique Faria, Alcino Moura, Elpídio Rocha, Selma Dias, Léia Oliveira, Ana Gabriela Ribeiro, Rita Bichara, Cecília Oliveira, Antônio Carlos e Arthur Junior. 

A abertura do evento feita por Nágila Almeida contou ainda com as participações de Luiz Lobo e Deputado Arlen Santiago, que fez um discurso envolvente e sucinto. Talvez não seja delicado escolher uma entre as diversas teorias e ensinamentos que ouvimos dos palestrantes/moderadores, mas como sou pessoa de fazer escolhas sem constrangimento, arcando com tudo que isso representa, de bom ou de ruim, vou escolher a palestra/palestrante que mais me tocou: Padre Antônio  ALVIMAR.
 
"Gosto do senhor, não por ser padre, mas por ser intelectual", é o que sempre digo a ele (de novo, sem constragimento. Não é qualquer coisa que me constrange). Quem me conhece um pouquinho sabe a aversão que tenho por algumas figuras que pertencem ao clero. Ao baixo clero, pra ser mais exata. Por outro lado, existem pessoas que independentemente de onde quando e como estejam, sabem ouvir, conversar e prender o público com seu carisma e conteúdo. Nada melhor no mundo do que gente com conteúdo.  Este é o padre Alvimar, por quem nutro grande simpatia, mesmo achando que politicamente temos ideias diferentes.

E ele não decepcionou. Sua palestra foi sobre ética, moral, valores, atitudes que intrisecamente deveriam ser correlatas ao profissional da comunicação e claro, não somente a estes profissionais, mas a todo ser humano. E voltando ao campo das escolhas (olha ela aí de novo), esta foi uma das abordagens do Padre. Pontuamos algumas partes da sua fala, que obviamente, estão inseridas dentro de todo um contexto. E ainda que alguns leitores aqui não tenham assistido a palestra, as observações são perfeitamente compreensíveis e pertinentes:

 "Quando dizemos que qualquer coisa serve, este qualquer coisa faz perder a noção de escolha".

"Só podemos falar de ética porque estamos no universo das escolhas. Somos seres de escolhas. Nós nos construimos humanos".

"O ser humano tem necessidade de se alimentar de afetos, boa música, arte.."

"Ética não pode ser confundida com falta de educação, ou de bons modos. A ética é mais ampla."

 "Há diferença entre Tradição e tradicionalismo. O tradicionalismo sempre foi prejudicial à sociedade, já a perpetuação de valores como amizade e lealdade, não perdem força com o tempo."

"Vida é uma construção consciente balizada por um universo de valores."

"A elucidação da verdade na fala, na comunicação, é uma arma poderosíssima."

"Não é nosso papel decidir pelos outros, mas fornecer a informação necessária ao conhecimento"

E ao ser convidado a opinar sobre  a imprensa que tenta ferir ou manchar pessoas e/ou instituições, sem se preocupar com a verdade dos fatos, Padre Alvimar respondeu: "Perdemos o sentido de reparação moral. Precisamos recompor nossa sociedade e repensar valores". Ao final, indicou como leitura "Cartas sobre a Hipermodernidade", de Sebastien Charles.

E aqui ficam as minhas considerações sobre o GECOM e meus cumprimentos a equipe MOSAICO, que se lançou ao desafio de organizar um evento de tal envergadura e conseguiu atrair ao local pessoas que geralmente se encontram em ocasiões festivas e de trabalho, mas sem muito tempo para a necessária "escutatória" (este termo eu aprendi com o Rubem Alves, num texto maravilhoso, mas isso é confissão pra outra ocasião).







FLASHES....PELAS RUAS de MONTES CLAROS

FLASHES...PELAS RUAS  de MONTES CLAROS
CRÉDITO FOTO: ALDECI XAVIER











 












CRÉDITO FOTO: GIL ROCHA